ORIENTAÇÕES PRÉ COLETA

A | BC | D | EF | G | HL | M | P | S | T | UV |

W |

XZ

A

MATERIAL: PLASMA
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com fluoreto (cinza)
Instruções de preparo
Exercícios: Evitar a realização de atividade física.

 

Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Imediatamente após a coleta, manter o tubo refrigerado. Separar o plasma das células por centrifugação e acondicionar corretamente.

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 10 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.
  • Interpretação e comentários
  • – O ácido láctico, ou lactato, pode ser dosado tanto no sangue venoso como no arterial. Neste último, o resultado não costuma sofrer interferências das condições de coleta (como garroteamento excessivo).- O lactato eleva-se nas seguintes situações:
    — coleta difícil ou com garroteamento excessivo;
    — falência circulatória;
    — glicogenoses;
    — defeitos da função da mitocôndria;
    — acidemias orgânicas.- O lactato é formado principalmente após a quebra de glicose, em condições anaeróbicas, e possui dois isômeros: o L-lactato, de produção endógena, e o D-lactato, sintetizado por bactérias intestinais. Somente o L-lactato é dosado neste exame.
    – O ácido láctico, medido antes e depois do exercício, permite avaliar a capacidade respiratória muscular. Em situações de acidose de causa indeterminada, nas quais os níveis de ácido láctico (L-lactato) sejam normais e exista alguma doença que favoreça a proliferação bacteriana intestinal, recomenda-se a dosagem de ácido D-láctico no plasma.

Sinonímia: Uricemia

Seção Técnica: Bioquímica

Tubo: Seco

Material: Soro

Preparo do Paciente: Jejum de 8 hs

Interferentes: Vários diuréticos, álcool, salicilatos e anti-neoplásicos.

Exames Relacionados: Ácido Úrico urinário, provas de atividade reumática

Este exame é realizado em urina colhida durante 24 horas.

– Para mulheres, o ideal é não fazer o exame na ocasião da menstruação;

– Colher urina de 24 horas com conservador alcalino NaHCO3/L 5 g/L;

– retirar Frasco no Laboratório;

Estabilidade da amostra

Temperatura ambiente: 3 dias;

Refrigerada (2-8 ºC): não recomendável;

Congelada (-20 ºC): não recomendável.

2. Método

– Enzimático colorimétrico.

4. Interpretação e comentários

– O teste é útil no diagnóstico das hiperuricosúrias, com indicação principal na propedêutica do indivíduo calculoso. A hiperuricosúria ocorre isolada ou associada a outros distúrbios metabólicos em aproximadamente 15% desses pacientes. Dietas ricas em purinas cursam com aumento na uricosúria, mas nem sempre acompanhado de hiperuricemia. Não há correlação entre os níveis de ácido úrico sérico e urinário.

Sinonímia: FOLATO, VITAMINA B9

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4 horas

Interferentes: Lipemia

Interpretação
Folatos são uma classe de compostos de vitamina relacionados ao ácido pteroilglutâmico (PGA) que servem como co-fatores na transferência enzimática de unidades simples de carbono em uma variedade de caminhos metabólicos. Os folatos são necessários para a síntese do ácido nucléico e da proteína mitocondrial, metabolismo de aminoácido e outros processos celulares que envolvem as transferências simples de carbono. Os folatos podem servir como doadores ou receptores de carbono. A deficiência de folato pode ser causada por baixo consumo dietético, má absorção devido a doenças gastrintestinais, utilização inadequada devido a deficiências de enzima ou terapia antagonista de folato, drogas como álcool e contraceptivos orais e demanda excessiva de folato como durante a gravidez e desordens de proliferação celular. Desde que as deficiências tanto de vitamina B12 como de folato podem levar à anemia megaloblástica, o tratamento apropriado requer diagnóstico diferencial da deficiência deste modo, tanto os valores de vitamina B12 como de folatos são necessários. Níveis baixos de folato no soro refletem a primeira fase de equilíbrio negativo de folato e precede a depleção tecidual. Valores baixos de folato nos eritrócitos refletem a segunda fase de equilíbrio negativo de folato, e se correlacionam de forma mais próxima com níveis teciduais e anemia megaloblástica.

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

Resultado: Em até 2 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento é obrigatório trazer documento com foto para ser atendido

MATERIAL: PLASMA CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com EDTA (roxo)
PRAZO
3 dias úteis
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
VOLUME MÍNIMO
1 mL

MÉTODO
QUIMIOLUMINESCÊNCIA
Instruções de preparo
Jejum: necessário jejum 4hs ou cuidados especiais.

 

Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Imediatamente após a coleta, manter o tubo refrigerado. Separar o plasma das células por centrifugação, realizar a alíquota e congelar imediatamente em tubo apropriado.

 

Instruções de distribuição
Transportar congelado (-20°C)

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 30 dias congelada a -20°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras fortemente hemolisadas +++. Amostras não congeladas, amostras com tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 09/10/2019.
Interpretação
O hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) é produzido na hipófise e atua como estimulante na produção de esteroides pelo córtex adrenal. A secreção de ACTH, por sua vez, é controlada pelo fator de liberação de hormônio corticotrófico no hipotálamo (CRF) e por feedback negativo da hidrocortisona. As determinações de ACTH são importantes no diagnóstico diferencial de insuficiência adrenal e hipersecreção. Na doençade Addison (insuficiência adrenal primária), níveis elevados são típicos, enquanto níveis reduzidos são a regra quando a insuficiência adrenal é secundária à deficiência da hipófise. As determinações de ACTH também podem auxiliar a identificar a causa de hipersecreção de hidrocortisona na síndrome de Cushing. Os níveis de ACTH são tipicamente reduzidos quando esta condição é causada por lesões ou hiperplasia do córtex adrenal, e elevados quando a causa é a produção ectópica de ACTH ou hipersecreção de ACTH pela hipófise. Os níveis plasmáticos de ACTH exibem uma variação diurna significativa. Portanto, é importante uniformizar a hora da coleta. Os valores de referência foram estabelecidos para as 9 horas da manhã, aproximadamente.

Coleta das 8:00 as 15:30 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

OBS: Para todo atendimento é obrigatório trazer documento com foto para ser atendido

Sinonímia: Albuminemia

Seção técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4 horas

Interferentes: Lipemia

Exames Relacionados: Eletroforese de proteínas, proteína
total e frações.

Interpretação e comentários

– O teste tem utilidade na avaliação do estado nutricional e da capacidade de síntese hepática.
Em algumas situações clínicas, o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína total no diagnóstico diferencial entre transudatos e exsudatos. Indivíduos cronicamente submetidos a uma dieta com baixo teor de proteínas e portadores de insuficiência hepática apresentam níveis séricos de albumina abaixo da normalidade. Pessoas com perda renal de proteínas também podem ter hipoalbuminemia.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
  • Interpretação e comentários
  • – A alfafetoproteína é um marcador de tumores hepáticos (hepatomas) e testiculares, assim como de disfunções hepáticas em geral. Sua determinação está indicada sobretudo no acompanhamento de portadores dessas condições. Valores elevados são encontrados em recém-nascidos e se normalizam ao longo do primeiro ano de vida.
    – O resultado isolado de alfafetoproteína durante a gestação não deve ser utilizado como método de rastreamento de aneuploidias e doenças do tubo neural. A interpretação do resultado depende da análise conjunta dos dados clínicos, ultrassonográficos e demais exames da paciente.
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
  • Condições para envio do material – Laboratórios Clientes
    – Em gestantes, o ideal é que a coleta seja feita entre a 15ª e a 21ª semana de gestação.
    – O uso de biotina e suplementos alimentares que contenham biotina devem ser suspensos 3 dias antes da coleta
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 72 horas refrigerada entre 2°C e 8°C.
Instruções de rejeição
Amostras fortemente hemolisadas serão rejeitadas.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
  • Interpretação e comentários
  • – A alfa-1-glicoproteína ácida é uma proteína de baixo peso molecular que costuma ser bastante filtrada. Com meia-vida de cinco dias, funciona como proteína de fase aguda positiva, ou seja, se eleva na vigência de processos infecciosos e/ou inflamatórios, mas não tem função biológica conhecida.
    – Essa proteína representa um dos melhores indicadores de atividade inflamatória. Aumenta na artrite reumatóide, no lúpus eritematoso disseminado e na ileíte de Crohn, assim como em neoplasias, sobretudo metastáticas, queimaduras, trauma, infarto do miocárdio, estados associados com proliferação celular exagerada e também após exercício físico violento. Por outro lado, diminui na desnutrição, em hepatopatias severas, em enteropatias com perda protéica e na gravidez. A determinação da alfa-1-glicoproteína ácida em derrames cavitários igualmente pode ser útil: os níveis são baixos em transudatos, intermediários em exsudatos inflamatórios e elevados em exsudatos causados por neoplasias.
  • Instruções de preparo
    Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

     

    Instruções de coleta
    Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.

     

    Instruções de distribuição
    Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

     

    Instruções de estabilidade
    A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C

     

    Instruções de rejeição
    Amostras com tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
    • Interpretação e comentários
    • – A alfa-1-glicoproteína ácida é uma proteína de baixo peso molecular que costuma ser bastante filtrada. Com meia-vida de cinco dias, funciona como proteína de fase aguda positiva, ou seja, se eleva na vigência de processos infecciosos e/ou inflamatórios, mas não tem função biológica conhecida.
      – Essa proteína representa um dos melhores indicadores de atividade inflamatória. Aumenta na artrite reumatóide, no lúpus eritematoso disseminado e na ileíte de Crohn, assim como em neoplasias, sobretudo metastáticas, queimaduras, trauma, infarto do miocárdio, estados associados com proliferação celular exagerada e também após exercício físico violento. Por outro lado, diminui na desnutrição, em hepatopatias severas, em enteropatias com perda protéica e na gravidez. A determinação da alfa-1-glicoproteína ácida em derrames cavitários igualmente pode ser útil: os níveis são baixos em transudatos, intermediários em exsudatos inflamatórios e elevados em exsudatos causados por neoplasias.

Sinonímia: Amilasemia (soro)

Seção técnica: Bioquímica

Material: Soro ou líquidos cavitários (mínimo de 1 ml)

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4 horas Interferentes: Anovulatórios, diuréticos, contaminação com a saliva

Exames Relacionados: Lipase.

Sinonímia: Pesquisa de oxiúros ou

Enteróbious vermiculares.

Seção técnica: Parasitologia.

Material: Da região perianal colhido em 3 dias diferentes.

Preparo do Paciente: Evitar defecar e/ou fazer higiene pessoal antes da coleta.

Interferentes: Uso de anti-helmínticos, pomadas, talco ou higiene.

Exames Relacionados: Parasitológico.

Como colher: Fita adesiva Transparente e tubo.

Sinonímia: Sensibilidade a antibióticos.

Seção técnica: Microbiologia.

Material: Cultura positiva ou micro-organismo isolado.

Preparo do Paciente: –

Interferentes: –

Exames Relacionados: Cultura de diversos materiais.

É necessário apresentar o RG ou documento com foto para realizar o exame

Sinonímia: Sorologia para AIDS, anti-HTLV III, HV 1 e  2.

Seção técnica; Imunologia.

Material: Soro, Plasma e Liquor.

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: jejum não necessário.

Interferentes: Lipemia.

Exames Relacionados; Relação CD4/CD8, Western-Blot, Beta 2, Microglobulinas e Ag p 24.

É necessário apresentar o RG ou documento com foto para realizar o exame

MATERIAL:      SORO
MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
Anticorpos anti Endomisio IgA são encontrados na doença celíaca,  que é uma intolerância ao glúten que causa doença enteral crônica. Reações alérgicas-toxicas da membrana da mucosa intestinal contra o glúten ocorrem causando danos à membrana enterocitica com um decréscimo da atividade da enzima da borda em escova. Este processo provoca a ativação de uma defesa imune local induzindo a uma atrofia das vilosidades. O anti-endomísio IgG tem sensibilidade menor ao anti-IgA.

É necessário apresentar o RG ou documento com foto para realizar o exame

MATERIAL:      SORO
MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
Anticorpos anti Endomisio IgA são encontrados na doença celíaca,  que é uma intolerância ao glúten que causa doença enteral crônica. Reações alérgicas-toxicas da membrana da mucosa intestinal contra o glúten ocorrem causando danos à membrana enterocitica com um decréscimo da atividade da enzima da borda em escova. Este processo provoca a ativação de uma defesa imune local induzindo a uma atrofia das vilosidades. O anti-endomísio IgG tem sensibilidade menor ao anti-IgA.

B

SINÔNIMOS
BACILO DE KOCH, BACILOSCOPIA, BACILOSCOPIA DE KOCH, CBHPM – 40310051, PESQUISA DE BK, PESQUISA DE MICOBACTÉRIA
MATERIAL: DIVERSOS
MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril ou lâmina
PRAZO: 2 dia útil
MÉTODO
COLORAÇÃO DE ZIEHL – NEELSEN
Instruções de preparo
Medicação: De acordo com orientação médica.
Outros: (BAAR)
– Amostras de fezes não devem ser utilizadas para baciloscopia e nem para cultura, uma vez que esse material apresenta com muita frequência resultado falso positivo. O diagnóstico da TB intestinal é realizado por meio de biópsia.
– Caso o material enviado for lâminas: As lâminas devem ser novas, sem uso. Lâminas arranhadas podem reter a fucsina e simular a presença de bacilos na amostra, confundindo a leitura.

 

Instruções de coleta
Coleta Escarro :
Colher, preferencialmente, a primeira amostra da manhã. Orientar o paciente a enxaguar previamente a boca com água, várias vezes, para remover a flora bacteriana superficial dessa região e colher a amostra obtida após tosse profunda, diretamente em frasco de boca larga com tampa de rosca.
Não pode ser somente saliva.
Interpretação

Tuberculose é  uma doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK), que afeta principalmente os pulmões, mas, também podem ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).                                                                                                 

A baciloscopia direta do escarro é o método principal no diagnóstico e para o controle de tratamento da tuberculose pulmonar por permitir a descoberta das fontes de infecção, ou seja, os casos bacilíferos. Trata-se de um método simples, rápido, de baixo custo e seguro para elucidação diagnóstica da tuberculose, uma vez que permite a confirmação da presença do bacilo.

Sinonímia: Gram , citobacterioscópico.

Seção técnica: Microbiologia

Material: Urina: 1º jato. Secreção uretral e vaginal: esfregaços em 2 lâminas e amostra da secreção colhida em tubo com 1 mL de salina.

Tubo: De urina estéril, seco e lâmina.

Preparo do Paciente: Secreção uretral e urina (1ºjato): estar pelo menos há 2h sem urinar. Secreção vaginal: não usar medicação tópica nas ultimas 24h. Abstinência sexual de 24 horas.

– Devido à necessidade de realização de assepsia rigorosa, recomenda-se que a coleta seja feita no Lab 22.

– O exame deve ser feito no primeiro jato (até 30 mL) da primeira urina da manhã ou de qualquer outra amostra isolada de urina de primeiro jato, desde que o cliente fique pelo menos duas horas sem urinar antes da coleta.

– O cliente não pode receber contraste radiológico nas 48 horas que antecedem o exame.

– No caso de uso prévio ou atual de antimicrobianos, o nome do medicamento precisa ser informado. A administração de antimicrobianos não impede a realização do exame, mas, em algumas situações, pode interferir no resultado.

Interferentes: Antibióticos e medicação tópica.

Exames Relacionados: Cultura geral, perfil para uretrite, perfil para vaginite.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum:  necessário 4horas jejum ou cuidados especiais.
Interpretação
Aumentos na excreção urinária de ß2microglobulina têm-se observado numa grande variedade de condições, inclusive na doença de Wilson, na síndrome de Fanconi, galactosemia congênita não tratada, nefrocalcinose, cistinose, deficiência crônica de potássio, nefrite intersticial, doenças dos tecidos conjuntivos tal como a artrite reumatóide e síndrome de Sjogren, exposição de profissional a metais pesados como cádmio e mercúrio, infecções no trato urinário superior, transplantes renais e nefrotoxicidade resultante da terapia com ciclosporina, aminoglicosídeos ou cisplatina. Elevadas concentrações no soro, na presença de um nível de filtração glomerular normal, sugerem produção excessiva de ß2microglobulina. Níveis elevados poderão ser encontrados em doenças linfoproliferativas tais como, mieloma múltiplo, leucemia crônica das células linfocitárias. Doença de Hodgkin, linfoma não-Hodgkin, lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatóide, síndrome de Sjogren, doença de Crohn e algumas infecções virais, inclusive por citomegalovírus, hepatites não A e não B e mononucleose infecciosa. Também se têm observado elevados níveis no soro em alguns pacientes de hemodiálise e em rejeições de transplante renal. A dosagem da ß2microglobulina é considerada um meio sensível no diagnóstico da disfunção tubular. É reportado como o teste mais fidedigno para distinguir as infecções no trato urinário superior das do trato inferior e um método muito útil para estabelecer os resultados da terapia e diagnóstico de recorrências da pielonefrite aguda usando determinações periódicas. 

Método

– Exame microscópico após coloração pelo método de Gram

Interpretação e comentários

– Esse exame está indicado para a avaliação de homens com quadro de uretrite.
– A análise permite a detecção de microrganismos, mas dá especial atenção à pesquisa de diplococos gram-negativos, intra ou extracelulares, com características de Neisseria gonorrhoeae e a bacilos gram-variáveis com características de Gardnerella vaginalis.

PREPARO:

– O exame pode ser feito pela manhã, antes de o paciente urinar ou, então, em outro horário. Neste caso, porém, é necessário ficar pelo menos duas horas sem urinar antes da coleta.

IMPORTANTEAnotar medicamento(s) do(s) último(s): 7 dias(s). 

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

Resultado: Em até 2 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Sinonímia: Bilirrubinemia.

Seção técnica: Bioquímica.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Preparo do Paciente: Jejum de 4 horas adulto; crianças colher antes da alimentação ou próxima mamada.

Medicação: Medicamentos à base de anfotericina b, levodopa, nitrofurantoína e piroxicam devem ser suspensos, a critério médico.

  • Valor de referência
  • – Adultos:
    -Direta: 0,00 a 0,30 mg/dL
    -Indireta: 0,20 a 0,80 mg/dL
    -Total:0,20 a 1,10 mg/dL- Bilirrubina total – Recém-nascido prematuro:1 dia: 1,00 a 8,00 mg/dL
    2 dias: 6,00 a 12,00 mg/dL
    3 – 5 dias: 10,00 a 14,00 mg/dL- Bilirrubina total – Recém-nascido A TERMO:1 dia: 2,00 a 6,00 mg/dL
    2 dias: 6,00 a 10,00 mg/dL
    3 – 5 dias: 4,00 a 8,00 mg/dL.

Interferentes: Lipemia e hemólise excessivas.

Exames Relacionados: TGP, TGP, GGT, Fosfatase alcalina, sorologia p/ hepatites.

Interpretação
De 80 – 85% da bilirrubina produzida diariamente tem origem na hemoglobina libertada pela decomposição de eritrócitos senescentes e o restante de 15 – 20% resultam da ruptura de proteínas que contêm hemoglobina tais como: mioglobina, citocromos, catalases e da medula óssea, em resultado de eritropoiese ineficaz. Diversas doenças afetam uma ou mais etapas envolvidas na produção, absorção, armazenamento, metabolismo e excreção de bilirrubina. Dependendo da desordem, as bilirrubinas não conjugadas ou conjugadas, ou ambas, contribuem em grande parte para a hiperbilirubinemia resultante. As doenças com hiperbilirubinemia podem ser classificadas da seguinte forma:
– Icterícia pré-hepática: anemias hemolíticas corpusculares como, talassemia e anemia falciforme; anemia hemolítica extracorpuscular como reação a transfusão de sangue devido a incompatibilidade de ABO e Rh;
– Icterícia neonatal e doença hemolítica do recém-nascido.
– Icterícia hepática: hepatite aguda e viral crônica, cirrose do fígado e carcinoma hepatocelular.
– Icterícia pós-hepática: colestase extra-hepática e rejeição do transplante do fígado. A diferenciação entre hiperbilirubinemias congênitas crônicas e os tipos adquiridos de bilirrubinemia é conseguida através da medição de frações de bilirrubina e a detecção de atividades de enzimas do fígado normais. Atendendo a que a icterícia pré-hepática está associada, sobretudo a um aumento na bilirrubina não conjugada, a avaliação da bilirrubina direta revela-se útil na determinação da icterícia hepática e pós-hepática.  
MATERIAL: PLASMA CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com EDTA (roxo)
Resultado: 2 dia útil
Instruções de preparo: Jejum aconselhável de 4 horas
Interpretação
Este ensaio está indicado como auxiliar no diagnóstico e avaliação da gravidade da insuficiência cardíaca. Nos doentes com síndromes coronárias agudas (ACS), este teste, em conjunto com outros fatores de risco conhecidos, também pode ser utilizado para prever a sobrevivência, bem como a probabilidade de uma futura insuficiência cardíaca. O sistema peptídico natriurético é uma
família de peptídeos estruturalmente semelhantes, mas geneticamente distintos que inclui o peptídeo atrial natriurético (ANP), o peptídeo natriurético tipo B (BNP) com origem nas células miocárdicas e o peptídeo natriurético tipo C (CNP) com origem nas células endoteliais. Os peptídeos natriuréticos cardíacos são os antagonistas naturais do sistema renina-angiotensina aldosterona e do sistema nervoso simpático. Eles promovem a natriurese e a diurese, atuam como vasodilatadores e exercem efeitos antimitogênicos nos tecidos cardiovasculares. O ANP e o BNP são secretados pelo coração em resposta ao estresse hemodinâmico. O aumento nos níveis de BNP ocorre fundamentalmente como resposta ao estiramento da parede ventricular esquerda e à sobrecarga de volume. O ANP e o BNP se manifestam predominantemente nos átrios e nos ventrículos, respectivamente, e são importantes para a regulação da pressão sanguínea, dos eletrólitos e da homeostase de volume. 

Sinonímia: Pesquisa de Bacilo de Kock, do bacilo da tuberculose, de BAAR e de micobacteria

Seção técnica: Microbiologia

Material: Escarro ( não pode ser saliva )

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum

Escarro obtido por expectoração profunda (tosse diafragmática).
– Amostras de escarro colhidas durante 24 horas são desnecessárias e inadequadas ao exame. Qualquer secreção nasal ou saliva deve ser eliminada.

Para a coleta desse exame, antes do café-da-manhã, o cliente deve escovar os dentes e bochechar com bastante água, tossir profundamente (tosse tipo diafragmática, respirar fundo várias vezes e tossir profundamente, procurando obter o material de dentro do peito.) e colocar o material no recipiente de coleta (frasco estéril com tampa de rosca), observando bem o processo para que a amostra obtida seja realmente escarro, e não saliva.

Esse exame requer um jejum mínimo de quatro horas.

Enviar em frasco seco estéril com tampa de rosca em temperatura ambiente.

Encaminhar imediatamente ao laboratório após a coleta.

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

– No caso de uso prévio ou atual de antimicrobianos, deve ser informado o nome do medicamento. A administração de antimicrobianos não impede a realização da cultura, mas, em algumas situações, pode interferir no resultado.

Outros  Materiais

– A análise pode ser realizada em material colhido durante o exame de broncoscopia (que precisa ser agendado previamente) ou em amostra colhida pelo médico assistente e armazenada em frasco estéril.

Sinonímia: COQUELUCHE

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

PRAZO: 3 dias úteis

Instruções de preparo

Jejum:  Jejum aconselhável de 4 horas.

Interpretação
A Bordetella pertussis é o agente causador da Coqueluche, doença que acomete predominantemente crianças, mas que também atinge adultos causando tosse persistente. É uma doença altamente contagiosa e sua sorologia é utilizada no esclarecimento em casos de suspeita de infecção, e/ou para investigação do estágio imunológico em que o paciente se encontra.

C

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dia útil
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (>5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.
Interpretação
O CA 125 é marcador mais conhecido e utilizado na condução clínica de pacientes com tumores epiteliais de ovário. Este marcador tem sido estudado para o rastreamento de mulheres assintomáticas, no diagnóstico diferencial de mulheres com massas pélvicas, no monitoramento de resposta ao tratamento adjuvante e na detecção precoce de recorrência do tumor após tratamento.  A sensibilidade para o diagnóstico de câncer de ovário é de 80% a 85% no tipo epitelial, variando de acordo com o estadiamento, sendo de 50% no estágio I, 90% no estágio II, 92% e 94% nos estágios III e IV.
Outras neoplasias também podem apresentar elevação do Ca-125, entre eles os originários no endométrio, trompas, pulmões, mama e trato gastrointestinal. Em mulheres normais, as concentrações plasmáticas do Ca-125 estão um pouco mais elevadas na ovulação e significativamente mais elevadas durante a menstruação. Podem ocorrer ligeiros aumentos deste marcador no início da gravidez e em várias doenças benignas, como pancreatite aguda e crônica, doenças gastrointestinais benignas, insuficiência renal e doenças autoimun
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dia útil
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (>5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.
Interpretação
O CA19-9 é indicado no auxílio ao estadiamento e monitoramento no tratamento em primeira escolha de câncer de pâncreas e trato biliar e, em segunda escolha no câncer colo retal. É obtida maior sensibilidade diagnóstica quando um teste para CA 19-9 é combinado com análise de imagem, como ultrassonografia ou tomografia. Essa combinação é útil na obtenção de diagnóstico em pacientes suspeitos de câncer de pâncreas que tiveram resultado negativo ou indeterminado em estudos de imagem. Em menor frequência, positiva-se também no câncer de mama, pulmão, cabeça e pescoço. Algumas doenças como cirrose hepática, pancreatite, doença inflamatória intestinal e doenças auto imunes podem elevar o níveis sanguíneos de CA19-9.  
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dia útil
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (>5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.
Interpretação
O CA15-3 é um marcador tumoral utilizado para auxiliar na detecção do câncer de mama. Estudos indicam que a elevação do CA15-3 varia de acordo com o estadiamento da paciente, sendo de 5% a 30% no estágio I, 15% a 50% no estágio II, 60% a 70% no estágio III, e de 65% a 90% no estágio IV. A sensibilidade varia de acordo com a massa tumoral e o estadiamento clínico, sendo de 88% a 96% na doença disseminada. Apenas 23% dos casos apresentam aumento deste marcador na fase inicial. Aumento superior a 25% na concentração do CA15-3 correlaciona-se com a progressão da doença em 80% a 90% dos casos, e a diminuição em sua concentração está associada à regressão em 70% a 80%. Níveis séricos muito elevados estão associados à pior sobrevida. O CA15-3 é utilizado para diagnóstico precoce de recidiva, precedendo os sinais clínicos em até 13 meses.
Níveis elevados de CA15-3 foram observados em várias outras neoplasias, como câncer de ovário, pulmão, colo uterino, hepatocarcinoma e linfomas. E observados também em várias outras doenças, como hepatite crônica, tuberculose, sarcoidose e lúpus eritematoso sistêmico. 

Material: SORO

Meio de coleta: Tubo seco (vermelho) ou Gelseparador (amarelo)

Interpretação

O CA 72-4, também denominado TAG-72 é um marcador tumoral utilizado no controle de remissão erecidiva de carcinomas de estômago e ovários. Este marcador tem elevada sensibilidade para cancro, massem sensibilidade de órgão. Para fins de diagnóstico, o CA 72-4 apresenta 55% de sensibilidade para câncer de cólon, 50% para câncer de estomago, 45% para câncer de pâncreas e trato biliar e 63% para carcinoma mucinoso de ovário. 50% dos pacientes com câncer gástrico apresentam níveis elevados de CA 72-4. A sensibilidade clínica deste marcador é superior à do CEA ou à do CA 19-9.

P R A Z O: 3 dia útil

Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA

Parâmetro Valor de referência:   CA 72-4 Inferior a 6,90 U/mL

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (>5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.

Instruções de coleta

Instruções de estabilidade

A amostra é estável por até 30 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.

Instruções adicionais

Data de revisão: 15/12/2017.

Sinonímia: Calciúria.

Seção técnica: Bioquímica.

Material: Soro.

Tubo:  seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo).

Preparo do Paciente: Jejum de 4 horas

Interferentes: Uso crônico de diuréticos, vit. D, anti-ácido podem aumentar; corticosteróides, uso agudo de diuréticos e insulina diminue.

Exames Relacionados: Fósforo, HPTH, creatinina, proteínas séricas.

Interpretação
A medição do cálcio é usada no diagnóstico e no tratamento da doença da paratiróide, diversas doenças ósseas, doença renal crônica, urolitíase e tetania (contrações musculares intermitentes ou espasmos). O cálcio sérico total é composto por três frações: cálcio livre ou ionizado, 50%; cálcio ligado a proteínas, a maioria do qual ligado à albumina com uma pequena parte ligado a globulinas, 45%; e cálcio ligado a complexos, principalmente a fosfatos, citrato e bicarbonatos, 5%. Os ions de cálcio são importantes na transmissão dos impulsos nervosos, como um cofator em diversas
reações enzimáticas, na preservação da contractilidade muscular normal, e no processo de coagulação. Uma redução significativa na concentração do ion cálcio resulta em tetania muscular. Uma concentração de ions de cálcio acima do normal produz uma excitabilidade neuromuscular diminuída e fraqueza muscular juntamente com outros sintomas mais complexos. 

Sinonímia: Calciúria.

Seção técnica: Bioquímica.

Material: Urina de 24 horas.

Tubo: Frascos de grande volume.

Preparo do Paciente: Não ingerir leite, pelo menos 6 horas que antecedem a coleta.

Interferentes: Acetazolamida e vide calcemia.

Exames Relacionados:  Cálcio e fósforo séricos, fosfatase. alcalina, uricosúria de 24h.

Para Mulheres, o ideal é não fazer exame durante a menstruação.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
RESULTADO: 2 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum:  aconselhável de 4 horas.
Interpretação
É a forma biologicamente ativa do cálcio. É mantido em níveis constantes por um complexo sistema de controle envolvendo o PTH e a 1,25 (OH)2D. No sistema neuromuscular, o cálcio ionizado facilita a condução nervosa, a contração e o relaxamento muscular. A redução da concentração do cálcio ionizado causa aumento da excitabilidade neuromuscular e tetania. O aumento da concentração reduz a excitabilidade neuromuscular.
MATERIAL: SANGUE TOTAL
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com heparina sódica (verde ou azul escuro)
Resultado: 20 dias úteis
Instruções de preparo

Medicação: Anti-inflamatórios e antibióticos podem interferir no crescimento celular, gerando baixo índice mitótico em culturas. Cabe ao médico a decisão de suspender ou não o uso do medicamento.
Outros CARBG:
Formulário e Pedido Médico Obrigatórios

Transfusão Sanguínea:
Quando realizada transfusão de concentrado de hemácias lavadas, não há restrições.
Para outros tipos de transfusões, aguardar 60 dias para realização do exame.

 

Instruções de coleta
Coleta asséptica em tubo de Heparina Sódica.

Em caso de exames anteriores enviar cópia dos laudos obtidos.

Obrigatório envio de Formulário preenchido e cópia do pedido médico. A ausencia dessa documentação impossibilita a realização do mesmo e o envio tardio pode gerar atraso na liberação do resultado e até recoleta.

Quando a amostra não apresentar condições mínimas de padrão de Qualidade para liberação de resultados poderão ser solicitadas recoletas até a data prevista para liberação do laudo.

Interpretação

Cariótipo é o exame que permite o estudo dos cromossomos humanos e tem o objetivo de identificar alterações numéricas e estruturais.

Este exame é indicado na investigação de alterações cromossômicas para elucidação das seguintes condições clínicas:
– Suspeita de síndromes genéticas: Down, Patau, Edwards, Turner, Klinefelter; entre outras.
– Atrasos de desenvolvimento;
– Mal formações congênitas;
– Investigações de fertilidade;
– Abortos recorrentes;
– Doção de óvulos;
– Amenorréia Primária;
– Genitália ambígua;
– Baixa estatura;
– Entre outras.

Para caracterização de mosaicismo celular:
CARBG5 – 50 células*
CARBG1 – 100 células*
*A contagem expandida para caracterização de mosaicismo celular deve constar em pedido médico.

Obrigatório envio da cópia do pedido médico e formulário preenchido com indicação clínica. A ausência das informações inviabiliza a realização do exame.

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

RESULTADO: 2 dias úteis

Instruções de preparo

Jejum:  aconselhável de 4 horas.

Medicação: As amostras não devem ser colhidas em pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) até no mínimo 8 horas após a última administração de biotina.

Interpretação
O antígeno carcinoembrionário (CEA) é produzido pelas células da mucosa gastrointestinal. Encontra-se sobretudo no trato gastrointestinal e no soro do feto. A principal indicação da dosagem de CEA é no monitoramento da terapêutica em pacientes com carcinoma colorretal.
Devido a sua baixa especificidade não é utilizado como teste diagnóstico, sendo atualmente mais aplicado no monitoramento pós-operatório ou avaliação do tratamento quimioterápico.Exame que tem sua principal utilidade no acompanhamento terapêutico e na detecção de metástases dos carcinomas gastrointestinais, principalmente os coloretais.
Indicação: No acompanhamento de carcinomas. Interpretação clínica: Pode estar aumentado nas metástases dos carcinomas gastrointestinais, principalmente os coloretais. Ouros tumores gastrointestinais também podem cursar com CEA elevado, como pâncreas, intestino delgado e estômago. Também pode ocorrer elevação em tumores extra intestinais, como de pulmão, mama e ovários entre outros. É muito baixo em adultos não fumantes e mulheres não grávidas. Várias doenças não malignas também podem estar associadas ao aumento de CEA como tabagismo, pneumonia crônica, hepatite e doença inflamatória intestinal. Mas nestes casos os níveis são bem mais baixos do que nas doenças malignas.

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
Os anticorpos anti-T. cruzi IgG em conjunto com outros testes sorológicos e conclusões clínicas auxiliam na investigação da Doença de Chagas. Essa patologia se desenvolve a partir da infecção com o protozoário T. cruzi carreado através do inseto vetor triatomíneo. A partir do ponto de vista imunológico, a doença se distingue em 3 etapas: aguda, latente ou indeterminado e crônica; em cada uma se tem uma sintomatologia e evidências clínicas diferentes. Na América Latina é considerada um problema de saúde pública devido aos altos níveis de prevalência e morbidade. De acordo com o II Consenso Brasileiro em Doença de Chagas (2015), considera-se indivíduo infectado na fase crônica aquele que apresenta anticorpos anti-T. cruzi de classe IgG detectados por meio de dois testes sorológicos realizados por métodos distintos. O diagnóstico diferencial com outras doenças (por exemplo, leishmaniose visceral, hanseníase na forma clínica virchowiana, doenças autoimunes, entre outras) deve ser considerado. 

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
Os anticorpos contra Tripanosoma cruzi surgem logo após a infecção, atingem níveis elevados e podem persistir, juntamente com a infecção, durante muitos anos, embora o parasita esteja localizado dentro das células do hospedeiro. Recomenda-se mais de um teste para o diagnóstico e valoriza-se, para fins diagnósticos, a pesquisa de anticorpos específicos positiva em todos os testes utilizados. Quando a reação é positiva somente em um dos métodos a valorização do resultado dependerá dos antecedentes epidemiológicos, exame físico e exames complementares como eletrocardiograma e RX. Indicação: Auxílio no diagnóstico da doença de Chagas. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) devem ser avaliados dois métodos diferentes para o diagnóstico laboratorial de doença de Chagas. A IgM é utilizada no diagnóstico da fase aguda da doença. Interpretação clínica: Valoriza-se, para fins diagnósticos, a pesquisa de anticorpos específicos positiva em todos os testes utilizados Pode haver reação cruzada com o antígeno da Leishmania.

Sinonímia: Citograma nasal, pesq. De
eosinófilos material nasal.

Seção técnica: Hematologia.

Material: Esfregaços de secreção e
mucosa nasal.

  • Método
  • – Estudo citológico após coloração pelo Kit Panótico.
  • Interpretação e comentários
  • O exame consiste na avaliação da presença de leucócitos e eritrócitos e na semiquantificação das células inflamatórias em esfregaço corado pelo Kit Panótico, com particular ênfase em eosinófilos e mastócitos. É utilizado para categorizar as rinites.
  • Condições– O cliente não deve usar medicamentos tópicos nas 24 horas que antecedem o exame.
    – Colher, com o auxílio de um ceconete, raspado da mucosa do septo nasal na altura do corneto médio.
    – Colher material de uma das narinas quando não houver especificação médica
    – Caso o médico especifique coleta das duas narinas (direita e esquerda), colher cada uma em uma lâmina
    – O material deverá ser coletado preferencialmente pela manhã, estando o paciente sem realizar limpeza rigorosa do nariz.
  • Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00
  • Resultado: Em até 2 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30
  • OBS: Para todo atendimento é obrigatório trazer documento com foto para ser atendido

Exames Relacionados IgE, RAST, exame Bacteriológico.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 3 dia útil
Instruções de preparo
Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
O Citomegalovírus (CMV) pertence à família do herpesvírus . A infecção primária na maioria dos indivíduos permanece assintomática, mas em alguns casos é possível observar sintomas semelhantes à mononucleose  infecciosa, que consiste em febre aguda com acentuada linfocitose e atipia linfocitária em 10% das células. Em pacientes  imunodeprimidos e neonatos pode causar infecções sistêmicas graves. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia. A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da CMV aguda ou recente.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 3 dia útil
Instruções de preparo
Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
O Citomegalovírus (CMV) pertence à família do herpesvírus . A infecção primária na maioria dos indivíduos permanece assintomática, mas em alguns casos é possível observar sintomas semelhantes à mononucleose  infecciosa, que consiste em febre aguda com acentuada linfocitose e atipia linfocitária em 10% das células. Em pacientes  imunodeprimidos e neonatos pode causar infecções sistêmicas graves. A presença de anticorpos IgG indica imunidade ou exposição prévia. A presença de anticorpos da classe IgM é útil no diagnóstico da CMV aguda ou recente.

Sinonímia: Cl, cloremia.

Seção técnica: Bioquimica.

Material: Soro.

Tubo: Seco.

Preparo do Paciente: Jejum de 04 horas.

Interferentes: –

Exames Relacionados: Inograma ou bicarbonato, sódio e
potássio séricos, gasometria arterial ou venosa.

Sinonímia: Inclui contagem de plaquetas, TS, TC, TP, TTPA.

SEÇÃO  Técnica: Hematologia.

Material: Sangue: volume total aproximadamente de 10ml, em diferentes frascos e anticoagulantes.

Tubo: Seco para TC e com citrato (T.Azul)  TP  e TTPA.

Preparo do paciente: Jejum de 04 horas. o cliente deve informar os medicamentos tomados nos últimos sete dias, especialmente anticoagulante oral, heparina e drogas com ação de antiagregação plaquetária (Aspirina, compostos com ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios, antidepressivos, antialérgicos, diuréticos, betabloqueados, etc).

– Os clientes que usam heparina em injeções intermitentes devem colher o exame antes da próxima dosagem. Caso a heparina já tenha sido aplicada, a coleta deve ser feita pelo menos três horas apos a aplicação. Esta orientação não vale para usuários de heparina em infusão continua.

– Clientes que usam anticoagulantes orais (Varfarina, Marevan, Coumadin) devem procurar tomar o medicamento sempre no mesmo horário e colher a amostra aproximadamente no mesmo horário em que fez as coletas anteriores

Interferentes: Coleta traumática, proporção incorreta de anticoagulante e sangue, medicamentos

Exame relacionados: Fibrinogênio, TT, PDF, prova de laço, retração de coágulo, TS-lvy.

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA:  Tubo trace (sem aditivo)

RESULTADO: 2 dias úteis

Instruções de preparo

Jejum:  aconselhável de 4 horas.

Interpretação
O cobre é um elemento essencial para a síntese de hemoglobina, colágeno e melanina e compõem muitas metalo-enzimas. É transportado pela ceruloplasmina. A deficiência de cobre em crianças é encontrada na prematuridade, má absorção, desnutrição e diarreia crônica. Acontece também na Síndrome de Menkes e Doença de Wison. A deficiência de cobre no organismo é caracterizada pela redução do crescimento, anemia microcítica hipocrômica e redução da pigmentação da pele. Valores aumentados são em geral decorrentes de intoxicação que é caracterizada por náuseas, vômitos, queimaduras epigástricas, diarreia, icterícia, hemólise, necrose hepática, sangramento digestório e falência renal. Podem também ocorrer em hemocromatose, hipertireoidismo, hemopatias malignas, colagenoses.
MATERIAL: URINA INÍCIO DA JORNADA DE TRABALHO
MEIO(S) DE COLETA:  Frasco estéril, fornecido pelo Laboratorio 22 de Outubro
PRAZO: 4 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum: aconselhável de 4 horas.
Dieta: Evitar ingerir vitaminas, minerais, suplementos de ervas, ostra, nozes, lecitina, amêndoas, fígado, manteiga, porco, camarão, frutos do mar, alho, feijão, ervilha e ameixa,por pelo menos uma semana antes da coleta de urina.
Medicação: A suspensão de medicamentos fica a critério médico. O cobre sérico se eleva durante o uso de ácido valpróico, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína, anticoncepcionais orais.

 

Instruções de coleta

Coletar urina do início do último dia da jornada de trabalho (recomenda-se evitar o primeiro dia de jornada da semana).

Manter a amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Não utilizar luvas de latex para manipular amostras e materiais para análise de metais.
Retirar a roupa ou uniforme contaminado antes da coleta.

MATERIAL: URINA INÍCIO DA JORNADA DE TRABALHO
MEIO(S) DE COLETA:  Frasco estéril, fornecido pelo Laboratorio 22 de Outubro
PRAZO: 4 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum: aconselhável de 4 horas.
Dieta: Evitar ingerir vitaminas, minerais, suplementos de ervas, ostra, nozes, lecitina, amêndoas, fígado, manteiga, porco, camarão, frutos do mar, alho, feijão, ervilha e ameixa,por pelo menos uma semana antes da coleta de urina.
Medicação: A suspensão de medicamentos fica a critério médico. O cobre sérico se eleva durante o uso de ácido valpróico, carbamazepina, fenobarbital e fenitoína, anticoncepcionais orais.

 

Instruções de coleta
Coleta COBRU:
Coletar urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição (recomenda-se evitar a primeira jornada da semana).
Manter amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Não utilizar luvas de latex para manipular amostras e materiais para análise de metais.
Retirar a roupa ou uniforme contaminado antes da coleta.
Interpretação
O cobre é um elemento essencial para a síntese de hemoglobina, colágeno e melanina e compõem muitas metalo-enzimas. É transportado pela ceruloplasmina. A deficiência de cobre em crianças é encontrada na prematuridade, má absorção, desnutrição e diarreia crônica. Acontece também na Síndrome de Menkes e Doença de Wison. A deficiência de cobre no organismo é caracterizada pela redução do crescimento, anemia microcítica hipocrômica e redução da pigmentação da pele. Valores aumentados são em geral decorrentes de intoxicação que é caracterizada por náuseas, vômitos, queimaduras epigástricas, diarreia, icterícia, hemólise, necrose hepática, sangramento digestório e falência renal. Podem também ocorrer em hemocromatose, hipertireoidismo, hemopatias malignas, colagenoses.   

Sinonímia: Colesterolemia.

 Seção técnica: Bioquímica

Material: Soro.

Tubo: Seco.

Preparo do Paciente: Jejum de 04 horas; de 12 horas se
houver também determinação de LDL-colesterol.

– Para fazer o teste, o cliente deve estar com sua dieta habitual há pelo menos 3 dias..

 Interferentes: Lipemia-

Exames Relacionados LDL-colesterol, HDL-colesterol,
triglicérides, lipidograma, apolipoproteina A,
apolipoproteina B, Lp (a).

Sinonímia: Pseudocolinesterase

Seção técnica: Bioquímica

Material: Soro.

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 04 horas.

Interferentes: Anovolutórios interferem in
vivo.

Exames Relacionados –

Sinonímia: Pesquisa de sensibilização
eritrocitária.

Material: Sangue total ou do cordão umbilical, com
qualquer anticoagulante.

Tubo: Com EDTA (T. roxo)

Preparo do Paciente: Jejum não necessário.

Interferentes: –

Exames Relacionados Aglutininas anti-rh, reticulócitos,
série vermelha, FAN.

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

RESULTADO: 2 dias úteis

Instruções de preparo

Jejum:  aconselhável de 4 horas.

Interpretação
O teste permite a identificação de anticorpos anti eritrocitários no soro do paciente, e tem a importância na avaliação de gestantes com sorotipo Rh (-), nas fases pré e pós transfusionais, especialmente em pacientes que já passaram por transfusões, onde pode ter ocorrido sensibilização para Rh e outros sistemas. O teste identifica diferentes anticorpos, de acordo com a fase do teste que apresentou positividade. A ocorrência de aglutinação durante qualquer etapa do teste indica a possibilidade da presença de anticorpos irregulares.

Sinonímia: Prova funcional do aparelho digestivo, prova
de digestão alimentar, coprológico funcional.

Seção Técnica: Parasitologia.

Material: Fezes recém – emitidas. Peso
mínimo: 30 g.

Tubo: Coletor

Preparo do Paciente:

Orientações necessárias

Este exame é indicado exclusivamente para a avaliação de indivíduos com diarreia crônica.

A – Material

– O cliente deve retirar frasco adequado para a coleta e a entrega da amostra, assim como a folha de instruções com a dieta necessária para o exame.
– Todo o material de uma evacuação recentemente emitida precisa ser colhido após três dias de dieta especial, sem uso de laxante ou supositório.

B – Cuidados

– A amostra não pode ser contaminada com urina nem colhida do vaso sanitário.
– Mulheres não devem fazer a coleta durante menstruação. Se isso não for possível, é preciso colocar tampão vaginal antes de evacuar.

C – Dieta
– Os alimentos abaixo devem ser utilizados nos 3 dias anteriores à coleta e no próprio dia da coleta:
— Leite com pequena quantidade de café
— Açúcar à vontade
— Pão torrado, manteiga
— Ovo quente
— Carne de vaca, na forma de bife mal passado
— Arroz, caldo de feijão, batatas e cenouras cozidas
— Macarrão
— Sopa de macarrão com pedaços de batata e de cenoura cozidas
— Queijo fresco
— Maçã e/ou banana crua
— Água à vontade
– Não devem ser utilizados alimentos não mencionados acima, bem como bebidas alcoólicas ou gasosas e os seguintes medicamentos: antiácidos, antiflatulentos, enzimas digestivas e antiespasmódicos.

D – Coleta do material:
— No 4º dia, deve-se colher todo o material de uma evacuação;
— Somente interromper o regime alimentar após a coleta e entrega das fezes;
— Não utilizar laxantes;
— Não “contaminar” o material com urina;
— Clientes do sexo feminno não devem colher o material durante o período menstrual. Se isto não for possível, colher somente após ter colocado um tampão vaginal.

E – Entrega do material
– O material colhido precisa ser entregue até 1 hora se mantida à temperatura ambiente, e até 2 horas se mantidas refrigeradas.

 Interferentes: Dieta inadequada, medicamentos, fezes não
recentes e/ ou não refrigeradas.
Exames Relacionados: Pesquisa de gordura nas fezes,
dosagem de gordura nas fezes.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
PRAZO: 3 dia útil

 

Instruções de coleta
Colher entre 7:30 e 8:30 horas da manhã (preferencialmente às 8:00 horas). Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.
Interpretação
O cortisol é o principal hormônio glicocorticóide secretado pelo córtex adrenal. Suas funções fisiológicas incluem a regulação do metabolismo de carboidrato e distribuição de água e eletrólitos. O cortisol também tem atividade imunossupressora e antiinflamatória. Em indivíduos normais, os níveis de cortisol são regulados por meio de uma retro-alimentação negativa na qual o córtex adrenal responde a níveis aumentados de hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) aumentando a secreção de cortisol, e a pituitária responde a níveis elevados de cortisol por meio de regulação para diminuição da produção de ACTH. Os níveis plasmáticos de cortisol são maiores durante a manhã, e as concentrações diminuem para cerca da metade até a noite. A gravidez ou tratamento com estrogênio eleva notadamente os níveis de cortisol. Outros estímulos, tal como estresse, também podem causar um aumento na produção de cortisol. Devido ao padrão diurno da secreção, uma avaliação dos níveis de cortisol no soro em um determinado ponto no tempo possui baixo valor diagnóstico. O cortisol é frequentemente medido em conjunto com testes de função dinâmica. Níveis elevados de cortisol estão associados a tumores adrenais, tumores pituitários ou tumores ectópicos que produzem ACTH. Concentrações subnormais de cortisol podem indicar hipofunção generalizada da adrenal ou um defeito no trajeto metabólico para biossíntese de cortisol. 
Data de revisão: 29/01/2018.
AMOSTRA MANHÃ TARDE E NOITE, seguir orientaçao medica
MATERIAL: SALIVA MANHÃ TARDE E NOITE
MEIO(S) DE COLETA
Coletor salivar
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (>5 mg/dL), a coleta deve ser realizada até no mínimo 8 horas após a última administração.
Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.
Exercícios: Evitar a realização de atividade física.

 

Instruções de coleta
Cortisol:
A amostra de saliva deve ser colhida em um dispositivo Salivette, que devera retirar no LAB 22.
Retire o cotonete de coleta do respectivo tubo e mastigue cuidadosamente durante cerca de 2 minutos para que o algodão fique totalmente saturado com saliva. Coloque novamente o cotonete no respectivo tubo e tape-o. Centrifugue o dispositivo Salivette durante 2 minutos a 1000 rpm para extrair a saliva para o tubo exterior.
Não utilize frascos com ácido cítrico.
Nota: o paciente precisa evitar a ingestão de alimentos e bebidas, no mínimo uma hora antes da coleta, sendo permitido somente água. A escovação é permitida até duas horas antes da realização da coleta, evitando que o sangramento gengival interfira na amostra de saliva.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 4 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição

Amostras contaminadas com sangue serão rejeitadas

Amostras com tubo inadequado, tubo vazado ou não identificado, fora do prazo de estabilidade.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 08/11/2017.
Interpretação
A dosagem do cortisol salivar avalia a fração livre do hormônio. Esta técnica tem se mostrado útil  no estudo do ritmo circadiano do cortisol e na avaliação de insuficiência adrenal, nos primeiros dias de vida de recém-nascidos. Adicionalmente, tem sido utilizada para avaliar o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA) em alterações da função cognitiva, em situações de estresse, ansiedade, depressão, síndrome do pânico, na avaliação da privação de sono em pacientes trabalhadores noturnos e naqueles com fadiga crônica. Recentemente, a dosagem de cortisol salivar têm sido empregada no diagnóstico da síndrome de Cushing.  As amostras de saliva são obtidas por procedimento não invasivo, podendo ser coletadas no ambulatório ou na própria residência do paciente.  

Sinonímia: Cetonúria.

Seção Técnica: Bioquímica.

Material: Urina recente.

Volume mínimo: 5.0 ml.

Preparo do Paciente: –

Interferentes: Levodopa, Pyridium ou
substâncias usadas na avaliação de       função hepática e
renal (BSP, PSP) interferem na pesquisa; intoxicação por
aspirina, fenformin, álcool isopropílico, grandes quantidades
de ácido ascórbico e ácido valpróico também podem causar
resultados falso-positivos.

Exames Relacionados: Glicemia, glicosúria.

MATERIAL: DIVERSOS
MEIO(S) DE COLETA

Swab nasofaringe e Orofaringe:
Swab rayon + tubo tipo falcon de 15 mL
– 3 swabs em 3 mL de salina ou solução fisiológica.

Lavado broncoalveolar: 1 mL em frasco estéril.

Resultado: 4 dias úteis
Realização das coletas de Swab: de segunda a sexta das 9:00 as 15:30 pois este exame é realizado em Laboratório de Apoio.
Nossa coleta é feita somente na unidade do Hospital 22 de Outubro.
Interpretação

O coronavírus 2019 (2019-nCoV) é um novo vírus que causa doenças respiratórias altamente contagiosa de natureza viral grave em humanos e pode ser transmitido de pessoa para pessoa por meio de gotículas de saliva, espirros, tosse, seguido de contato com a boca, nariz e olhos, ou objetos e superfícies contaminados. Este vírus foi identificado pela primeira vez durante uma investigação sobre um surto de doença respiratória em Wuhan, China.
Os sintomas do Covid-19 são febre, tosse e dificuldade para respirar. Para aumentar a probabilidade de detecção da infecção por 2019-nCoV, recomenda-se a coleta de amostras biológicas do trato respiratório superior e/ou inferior.

Prezados clientes, por gentileza atentar que o prazo do exame deve ser considerado a partir da chegada da amostra na unidade molecular do laboratorio de Apoio.

Em caso de dúvidas a equipe do Laboratorio 22 estará à disposição.

Obrigatório o envio do pedido médico.

Material: Soro / Plasma

Sinônimo: Teste para SARS-COV-2

Método: Imunocromatografia

Rotina: Diária

Resultado: Mesmo dia Dia

Interferentes: Hemólise, Lipemia e Bilirrubinemia elevadas.

Jejum não necessário
O ideal é deste exame é ser coletado no 7º dia ápos o aparecimento dos sintomas.
Interpretação
O kit COVID-19 IgG/IgM  é um teste imunocromatográfico que detecta separadamente anticorpos das classes IgM e IgG para o
vírus COVID-19.

O coronavírus 2019 (2019-nCoV) é um novo vírus que causa doenças respiratórias em humanos e pode se espalhar de pessoa para pessoa. Este vírus foi identificado pela primeira vez durante uma investigação sobre um surto de doença respiratória em Wuhan, China. O Coronavírus Covid-19 é uma doença altamente contagiosa de natureza viral grave, transmitida por via respiratória (gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos). Os sintomas do Covid-19 são febre, tosse e dificuldade para respirar. Para aumentar a probabilidade de detecção da infecção por 2019-nCoV, recomenda-se a coleta de amostras biológicas do trato respiratório superior e/ou inferior. Frente a caso suspeito, as amostras devem ser coletadas o mais rápido possível e seguir o protocolo laboratorial definido pelo ministério da saúde. Atenção para atualizações frequentes do protocolo do ministério da saúde.

Em caso de dúvidas a equipe do Laboratório 22 de Outubro que estará à disposição.

PROCEDIMENTO DE COLETA:

Para fazer o exame de urina de 24 horas, o indivíduo deve seguir os seguintes passos:

– Buscar o recipiente próprio do laboratório;

– No dia seguinte, logo de manhã, após acordar, urinar no vaso sanitário, desprezando a primeira urina do dia;

– Anotar a hora exata da micção que fez no vaso sanitário;

– Depois de ter urinado no vaso sanitário, coletar todas as urinas do dia e da noite no recipiente;

– A última urina a ser coletada no recipiente deve ser à mesma hora da urina do dia anterior que fez no vaso sanitário, com uma tolerância de 10 minutos.

– Por exemplo, se o indivíduo urinou às 8 horas do dia, a coleta de urina deve terminar exatamente às 8 horas do dia seguinte ou no mínimo às 7h50 e no máximo às 8h10.

– IMPORTANTE: Informar peso, altura do paciente e a informação do volume urinário total das 24 horas.

Cuidados durante a coleta da urina

Durante a coleta de urina de 24 horas, é necessário ter certos cuidados como:

– Se for evacuar, não deverá urinar no vaso sanitário porque toda a urina deve ser colocada no recipiente;

– Se for tomar banho, não pode urinar no banho;

– Se sair de casa, tem que levar o recipiente junto ou não pode urinar até regressar a casa;

– Não pode fazer o exame de urina de 24 horas menstruada.

– Alimentação normal, a não ser em casos especiais, quando haverá instruções em separado.

– Anotar na solicitação a data e hora de início e data e hora do término da coleta.

– Entre as coletas de urina, o recipiente deve estar em um local fresco, de preferência refrigerado.

– Quando a coleta estiver terminada, o recipiente deve ser levado o mais rapidamente possível ao laboratório 22 de Outubro.

Coleta das 8:00 as 12:00 de Segunda-feira a Sexta-feira

Resultado: Em até 2 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Sinonímia: CPK, CK, Creatinoquinase.

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

RESULTADO: 1 dias úteis

Instruções de preparo

Jejum:  aconselhável de 4 horas.

 Medicação: Suspender medicamentos (à critério médico) a base de anfotericina b, captopril e propanolol.

Evitar exercícios físicos intensos até 48 horas antes da coleta.

–  O cliente não pode fazer eletroneuromiografia três dias antes da coleta.

– Em caso de ter feito biopsia muscular, é necessário aguardar 30 dias  para a dosagem de creatinoquinase.

Interpretação
A creatina quinase (CK), catalisa a fosforilação reversível da creatina por ATP. As medidas de CK são sobretudo utilizadas no diagnóstico e tratamento do enfarte do miocárdio, revelando-se também o indicador mais sensível de lesões musculares. A CK aumenta sempre que se verifica necrose ou regeneração muscular sendo, por conseguinte, elevada na maioria das miopatias como é o caso da distrofia muscular de Duchenne e em condições associadas à necrose muscular, nomeadamente, rabdomiolise. A CK total também pode aumentar em doenças do sistema nervoso central, como por exemplo, na Síndrome de Reyes, no qual um aumento de 70 vezes na atividade da CK é indicador da gravidade da encefalopatia.

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

RESULTADO: 1 dia útil

Instruções de preparo

Jejum:  aconselhável de 4 horas.

Interpretação
A CK-MB está presente em diversos graus no miocárdio e também, mas em menor quantidade, na musculatura esquelética. A atividade da CK aumenta após danos no miocárdio, com um aumento significativo nas frações CK-MM e CK-MB. Em certa medida, o aumento proporcional na fração CK-MB depende da dimensão dos danos no miocárdio e do histórico de danos no miocárdio. As alterações da proporção de CK-MB para CK-MM podem ser utilizadas no diagnóstico de enfarte do miocárdio (EM), onde a proporção atinge um pico num período de 1,5 horas após o EM. A sensibilidade do diagnóstico e a especificidade da avaliação do total de CK para o diagnóstico de um EM podem ser melhoradas determinando a relação do aumento de CK em amostras de série obtidas a quando da admissão e 4, 8 e 12 horas após a mesma. Um incremento de 50% por hora durante esse período de tempo permite distinguir um EM agudo da ausência de enfarte com uma eficiência global de 94%.No caso de doentes que necessitam de um diagnóstico precoce do enfarte do miocárdio, recomendase, para confirmação do diagnóstico, um biomarcador de resultado rápido, como por exemplo, CK-MB, mais um biomarcador que proporcione resultados numa fase posterior, como por exemplo, troponina cardíaca. 

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4 horas.

Interferentes: Cefalosporinas, cetonemia elevada,
hidantoinatos, ácido ascórbico, metildopa e trimetoprin podem
interferir em métodos colorimétricos, apontando valores
falsamente elevados.

Exames Relacionados: Uréia, depuração de creatinina, exame
de urina

Sinonímia: Creatininúria

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Urina, amostra isolada ou de
24 horas

Preparo do Paciente: -.Para mulheres, o ideal é não fazer o exame durante a menstruação.
Interferentes: Cefalosporinas, ácido ascórbico e levadopa
aumentam os níveis

Exames Relacionados Uréia, urinária, depuração de
creatinina.

Sinonímia: Bacteriológico

Seção Técnica: Microbiologia

Material: Qualquer material clinico

Preparo do Paciente: Suspender, se possível antibióticos por 3 dias. Caso contrário, anotar a medicação> Dependendo da coleta deverá ser no laboratório

Interferentes: Antibióticos

Exames Relacionados: Bacterioscópico, Antibiograma.

Sinonímia: Coprocultura

Seção Técnica: Microbiologia

Material: Fezes ou “swab anal”, na
impossibilidade da coleta de fezes

Tubo: Coletor Estéril

Preparo do Paciente: Suspender antibioticoterapia, se
possível, por 3 dias

– É necessário retirar o frasco com conservador e as instruções de coleta no Laboratorio.

– Na hora da coleta, o cliente deve transferir parte da amostra de fezes para o frasco com conservador (Cary-Blair) ou fornecido pelo Laboratorio.

– O material colhido em frasco com conservador (Cary-Blair) pode ser mantido em temperatura ambiente ou refrigerado e entregue no Laboratório até 24 horas após a coleta.

– Se o material for colhido em frasco sem conservador ou em fralda, deve ser entregue em até 1 hora após a coleta, se mantido em temperatura ambiente, ou em 6 horas, se mantido refrigerado (2-8 ºC). No caso de coleta em fralda, o Laboratório  verificará, no ato do recebimento do material, se a quantidade colhida é suficiente para o exame.

– No caso de uso prévio ou atual de antimicrobianos, o nome do medicamento precisa ser informado. A administração de antimicrobianos não impede a realização da cultura, mas, em algumas situações, pode interferir no resultado.

 Interferentes: Antibióticos

Exames Relacionados Protoparasitológico, pesquisa de
rotavírus, hemocultura, exame direto para pesquisa de
leucócitos nas fezes, Widal

Sinonímia: Cultura de líquido
cefalorraquidiano

Seção Técnica: Microbiologia

Material: Líquor. Volume ideal: 5 ml

Tubo: Frasco estéril

Preparo do Paciente: –

Interferentes: Uso de antibióticos

Exames Relacionados Líquor, hemocultura provas rápidas
para detecção de antígenos bacterianos.

Seção Técnica: Microbiologia

Material: Secreção vaginal.

PREPARO DA PACIENTE:

O material deverá ser coletado preferencialmente pela manhã, antes da higiene íntima, estando o paciente sem uso de medicação tópica,

– Nas 48 horas antes do exame, a mulher não pode usar creme e/ou óvulo vaginal nem ducha e/ou lavagem interna.

– NÃO TER FEITO EXAME GINECOLÓGICO COM TOQUE E/OU ULTRA-SOM TRANSVAGINAL NAS ÚLTIMAS 48 HORA(S).

– No caso de uso prévio ou atual de antimicrobianos, deve ser informado o nome do medicamento. Convém salientar que a administração de antimicrobianos não impede a realização da cultura, mas pode interferir no resultado, em algumas situações, não tendo urinado há pelo menos 2 horas e fora do período menstrual.

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

Material: Secreção Vaginal e Swab Retal

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento é obrigatório trazer documento com foto para ser atendido

Interferentes: Antibióticos e Medicação tópica

Sinonímia: Urocultura

Seção Técnica: Microbiologia

Material: Jato médio ou jato final da
urina

Tubo: Frasco ou coletor estéril

Preparo do Paciente:

I – Critérios de realização
– Este exame está indicado para menores de 3 anos, para clientes que usam sonda e, eventualmente, para idosos.
– Recomenda-se colher a primeira urina da manhã ou, então, qualquer outra amostra isolada desse material, desde que o cliente fique pelo menos duas horas sem urinar antes da coleta.
– Em caso de uso anterior ou atual de antibióticos, o cliente tem de informar o nome do medicamento utilizado. É importante lembrar que a realização da cultura durante o tratamento com antimicrobiano pode gerar resultados falsamente negativos.
– Amostras enviadas devem conter um mínimo de 10 mL de urina, colhidos em frasco estéril de boca larga ou coletor universal.

II – Para crianças que usam fralda
– A amostra deve ser colhida  no laboratorio devido à necessidade de higiene com antisséptico especifico e colocação do saco coletor de urina. A coleta em casa só pode ser efetuada em situações especiais, mediante autorização prévia do assessor médico do exame.

– Se não houver urgência, a criança tem de ser banhada em casa, antes de chegar à unidade para a realização do exame.
– Nos meninos, recomenda-se fazer a higiene do prepúcio com sabonete líquido neutro, próprio para bebês.

III – Para clientes que utilizam sonda uretral/vesical (Uripen)
– Entrar em contato com laboratório para agendar a coleta.

– A sonda precisa ser fechada uma hora antes da coleta em usuários de sonda uretral de demora.
– O cliente deve colher a primeira urina da manhã ou qualquer outra amostra isolada, desde que fique pelo menos duas horas sem urinar antes de obter o material.

 Interferentes: Antibióticos

Exames Relacionados Urina tipo I, sedimento quantitativo,
antibiograma

Sinonímia: –

Material:  plasma fluoretado

Tubo: Fluoreto ( Cinza )

Preparo do Paciente: Jejum de 8 a 16h.

– Informações sobre o exame
– O exame compreende dosagens seriadas de glicose geralmente de (basal, 30, 60, 90, 120 e 180 minutos após estímulo

com 75 gramas de glicose por via oral, ou conforme solicitação médica).

II – Critérios de realização
– Este exame é contra indicado em clientes com diagnóstico confirmado de diabetes.
– Este exame é realizado somente com solicitação médica.

III – Preparo
– Manter dieta habitual, sem restrição de carboidrato (massas, açúcar e doces) nas 72 horas que antecedem o exame.
– Não fazer uso de laxante na véspera do exame.
– Não fazer esforço físico antes do exame (no mesmo dia do exame).

Atenção:
– Caso o cliente apresente diarréia nos dois dias que antecedem o exame ou no mesmo dia de sua realização, a prova deve ser agendada para outra data.

IV – Recomendações durante o teste
– O cliente deve evitar andar e não pode fumar ao longo da prova.
– A ingestão de qualquer tipo de alimento é proibida durante o exame, tendo o paciente ficar no laboratório durante o exame.

Exames Relacionados GTT, insulina, glicemia

  • Método
  • – Dosagem de glicose por método enzimático.
  • Valor de referência
  • – Considera-se normal a elevação da glicemia, em relação à de jejum, em pelo menos 20 mg/dL em qualquer das amostras.
  • Interpretação e comentários
  • – O teste é útil no diagnóstico de deficiência de lactase. Uma curva plana, com glicemia inferior a 20 mg/dL em relação ao valor basal, depois de uma hora da ingestão de lactose, ocorre em cerca de 95% dos indivíduos com essa deficiência
  • – Trata-se de uma prova de absorção, onde são realizadas dosagens de glicose no sangue antes e após a administração de lactose, via oral (0, 30, 60 e 90 min).
    – O teste tem duração aproximada de 90 minutos ou conforme tempo determinado pelo médico.
    – Em alguns casos, podem ocorrer desconforto abdominal e/ou diarréia após o exame.
    – O paciente pode apresentar flatulência, diarréia e náuseas. Se as náuseas forem seguidas de vômito, suspender a prova e remarcar o exame.- Exame NÃO REALIZADO em pacientes diabéticos; cliente tenha realizado cirurgia bariátrica, Gastroplastia ou Gastrectomia.
  • Jejum- De 0 até 5 anos: jejum mínimo de quatro horas;
    – Acima de 5 anos: jejum mínimo de oito horas.- O cliente não deve tomar laxante na véspera do teste.
    – Caso apresente diarréia nos dois dias que antecedem a prova ou mesmo no dia de sua realização, o cliente precisa agendá-la novamente para outra data.- Colher sangue em 1 tubo com fluoreto de sódio para amostra basal.
    – Administrar a lactose por via oral, 2g/kg de peso em solução aquosa a 20% (dose máxima de 50 g), que deve ser ingerida no menor espaço de tempo possível.Para clientes em investigação de diarréia crônica, a prova somente poderá ser realizada em vigência do quadro diarréico com o consentimento do médico solicitante.
  • Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30Coleta das 7:00 as 11:00 de Segunda-feira a Sexta-feira.

Método

– Cultura em meios adequados para isolamento de diversos microrganismos.

Interpretação e comentários

– Esse exame contribui para a avaliação da microbiota local e para a detecção de microrganismos sabidamente patogênicos, como o Streptococcus pyogenes (estreptococo beta-hemolítico do grupo A), ou potencialmente patogênicos, a exemplo de Streptococcus beta-hemolíticos dos grupos C e G, S. pneumoniae, Arcanobacterium haemolyticum, Corynebacterium pseudodiphtheriticum, H. influenzae, Moraxella catarrhalis e S. aureus, entre outros.

– Para agilizar a pesquisa do Streptococcus pyogenes, pode ser realizada a prova rápida para detecção de S. pyogenes, que, embora não seja mais sensível que a cultura, pode acelerar o diagnóstico etiológico desse estreptococo beta-hemolítico do grupo A.

– Esse exame requer um jejum mínimo de duas horas.

– No caso de uso prévio ou atual de antimicrobianos, deve ser informado o nome do medicamento. A administração de antimicrobianos não impede a realização da cultura, mas pode interferir no resultado, em algumas situações

– Colher secreção de orofaringe em swab com meio de cultura. 

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

D

Material: SORO
Método: Imunocromatográfico
Interpretação:

A detecção do antígeno NS1 é recomendada para o diagnóstico precoce de dengue, esta é uma proteína presente durante a fase inicial da infecção, em altas concentrações no soro ( Dessa forma, pode ser detectado logo após os sintomas da doença terem surgido e, portanto, antes do aparecimento dos anticorpos específicos contra o agente infeccioso. Com isso, é possível fazer o diagnóstico laboratorial da dengue mais precocemente.

O antígeno NS1 é encontrado do 1° ao 9° dias após o início da febre nas amostras de pacientes com infecção primária e secundária pelo vírus da dengue, ( mas sua detecção é mais difícil após a soroconversão). Entretanto, sua concentração reduz ao longo dos dias de infecção, diminuindo consideravelmente as chances de detecção do antígeno. Artigos relatam sensibilidade menor que 50% para detecção após o 4° dia de infecção por vários métodos de diagnóstico.

A infecção primária da dengue causa um aumento de anticorpos IgM após 5 a 6 dias do início da febre.

*Conclui-se, portanto, é um teste rápido, qualitativo, de detecção precoce – 1 a 3 dias de doença (24 a 72hs). Pode estar presente até 9-10 dias do início dos sintomas, mas sua detecção é mais difícil após a soroconversão. Portanto, a presença do antígeno NS1 é indicativo de doença aguda e ativa. Já um resultado negativo, diante de um quadro suspeito de dengue, não exclui o diagnóstico, caso a amostra tenha sido coletada após essa data. Neste caso, recomenda-se a determinação de anticorpos IgM e IgG para diagnóstico.

Jejum:  Não necessário ou 4 horas após uma dieta leve.
Material: SORO
Método: Imunocromatográfico
Interpretação
O vírus da dengue é transmitido através dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.  A infecção primária está associada com febre, dores de cabeça, dores musculares, manchas pelo corpo.  Anticorpos da classe IgG são detectáveis de 7 a 10 dias após o início dos sintomas. Os anticorpos IgG são detectáveis a partir do final da primeira semana da doença e persistem por vários meses ou mesmo por toda a vida.
Jejum: Não necessário apos uma dieta leve, ou de 4 horas.
Material: SORO
Metodo: Imunocromatográfico
Interpretação
O vírus da dengue é transmitido através dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, sendo largamente distribuídos em todas as áreas tropicais e subtropicais do mundo. A dengue é considerada a mais importante doença transmitida por artrópodes devido ao seu alto índice de morbidade e mortalidade. A infecção primária está associada com febre, dores de cabeça, dores musculares e manchas pelo corpo. A resposta imune inclui produção de anticorpos IgM a partir do 5°  a 7 dia após o início dos sintomas (razão pela qual o exame não deve ser solicitado antes desse período, pois resultados falso-negativos podem ser obtidos) e persiste por 30 a 60 dias.
Jejum Não necessário.

MATERIAL: SORO

MEIO(S) DE COLETA.  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

PRAZO: 4 dias úteis

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

 

Interpretação
A Digoxina é um fármaco utilizado no tratamento de problemas cardíacos. É um digitálico, ou seja, um glicosídeo cardiotônico, e é proveniente da planta Digitalis lanata. Tem efeito inotrópico positivo, ou seja, aumenta a força de contração cardíaca. A dosagem de Digoxina é útil para esclarecer situações onde os sintomas do doente possam ser causados tanto por doença cardíaca intrínseca ou intoxicação digital, quando existirem dúvidas relativas ao tipo de preparação digital que o doente está a tomar (a dosagem de digitoxina torna-se também necessária neste caso), para medir a ingestão de digoxina em doentes com uma história inadequada de dosagens anteriores, na documentação de casos de carência assim como de excesso de digitais, na monitorização da resposta tóxica em doentes com doença do miocárdio associadas com hipocalcemia, hipomagnesemia, hipercalcemia, hipóxia ou alcalose, que são particularmente sensíveis a digitais, e na prevenção de excesso de digitais, particularmente em doentes cuja função renal está em deterioração ou para quem uma dosagem superior de digoxina está indicada. 
MATERIAL: PLASMA CITRATADO CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com citrato (azul)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
PRAZO: 2 dias úteis
Interpretação
O dímero D é um produto da degradação da fibrina, podendo estar elevado na presença de trombos, mas também em outras situações, como no pós-operatório, na gestação, no puerpério, na doença vascular periférica, no câncer, na insuficiência renal, na sepse e em várias doenças inflamatórias, assim como aumenta com a idade, o que limita sua utilidade clínica.Tem alta sensibilidade, mas a sua especificidade é baixa; portanto, deve ser analisado com cautela, em conjunto com a avaliação de probabilidade clínica.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA.  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Medicação: Informar o uso de medicamentos, principalmente corticosteróide.
Interpretação
O DHEA é um esteróide produzido no córtex adrenal, serve como precursor na testosterona e estrógenos sintéticos. Os níveis sorológicos de DHEA são relativamente altos em fetos e neonatos, baixos durante a infância e crescem durante a puberdade até a terceira década da vida. Não ocorre mudança nos níveis sorológicos durante o ciclo menstrual ou gravidez. Sua utilização está indicada na avaliação do hiperandrogenismo, como ocorre no hirsutismo, acne, hiperplasia congênita da supra-renal, carcinoma de supra-renal e puberdade precoce. É também utilizado na avaliação de respostas da supra-renal aos testes dinâmicos de estímulo e supressão. A hiper-resposta do DHEA ao estímulo com ACTH é utilizada para o diagnóstico de defeito de síntese da supra-renal. 
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA.  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
O DHT é um esteróide similar a testosterona e a androstenediona,  pertencente à classe dos andrógenos. Nos homens 70% do DHT são derivados da testosterona periférica, porém nas mulheres a maioria da dehidrotestosterona se deriva da androstenediona. Encontra-se diminuído nos casos de síndrome de Klinefelter, e anorquia. Já valores aumentados são encontrados nos casos de hirsutismo, ovário policístico e em pessoas jovens devido à puberdade. Sua dosagem também é utilizada nos casos de câncer de próstata, onde a determinação de DHT pode ser útil para a  valiação da resposta terapêutica dos antiandrogênios.

E

MATERIAL: SANGUE TOTAL
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com EDTA (roxo)
PRAZO: 5 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
A eletroforese de hemoglobinas é importante no diagnóstico diferencial de anemias e talassemias, permite análises familiares em parentes de portadores de hemoglobinas anormais. Auxilia no estabelecimento ou a exclusão de hemoglobinopatias e talassemias, constituindo amplo procedimento diagnóstico. A presença de variantes de hemoglobina e alterações nas quantidades de hemoglobinas normais pode ser diagnosticado no presente exame.
* O exame possui gráfico em laudo.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
Lipoproteínas são complexos macromoleculares circulantes que transportam os lipídios para vários tecidos onde irão desempenham suas funções metabólicas. A eletroforese de frações de lipoproteínas, em gel de agarose em pH alcalino, produz bandas: Alfa, Pre-Beta e Beta. Este perfil de distribuição lipoproteínas revela as interações entre lipídios plasmáticos e lipoproteínas.  Os padrões encontrados de eletroforese de lipoproteínas são úteis na caracterização das dislipidemias.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
Utilizada como triagem de anormalidades nas proteínas séricas. Através da capilaridade é possível separar as proteínas em frações, onde percorrem distâncias diferentes, formando bandas denominadas: albumina, alfa-1-globulina, alfa-2-globulina, beta-1 globulina, beta-2 globulina e gamaglobulina. Observa-se a diminuição da concentração de albumina em situações que promovam sua perda, como baixa ingesta proteica ou elevado catabolismo. As frações alfaglobulinas apresentam níveis aumentados em processos inflamatórios, infecciosos e imunes. O aumento da betaglobulina é observado em situações de perturbação do metabolismo lipídico ou na anemia ferropriva. A ausência ou diminuição da banda gama indica imunodeficiências congênitas ou adquiridas; e o seu aumento sugere elevação policlonal das imunoglobulinas associado a condições inflamatórias, neoplásicas ou infecciosas, além de sugestões de banda monoclonal observada no mieloma múltiplo. Para todos estes casos sugere-se testes complementares para identificação dos clones, como exemplo a Imunofixação.  

Sinonímia: Citológico de fezes

Seção Técnica: Hematologia

Material: Fezes com muco

Preparo do Paciente: Jejum não necessário

Interferentes: –

Exames Relacionados Pesquisa diretas de leucócitos e
hemácias nas fezes

Sinonímia: Série Vermelha

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue com EDTA

Tubo: Roxo

Preparo do Paciente: Jejum de 4h

Interferentes: Hemólise in vitro, crioaglutininas, lipemia,
meta-hemoglobinas

Resultado: Em até 1 a 3 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 6:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  7:00 as 10:00

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Exames Relacionados Hemograma, hematócritos, hemoglobina,
reticulócitos

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 3 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Outros: Colher as amostras à mesma hora do dia, principalmente no período matutino das 7:30 ao 12:00 (meio dia).

Interpretação
A Eritropoetina é o principal regulador da eritropoiese, estimulando a proliferação e diferenciação de células precursoras eritróides na medula óssea. Em mamíferos, o fígado fetal produz quase totalidade do hormônio. Em adultos a produção hepática baixa para menos de 10% e a secreção renal é responsável por mais de 90%. Acredita-se que o local de produção seja nas células tubulares renais proximais ou nas células endoteliais capilares peritubulares do córtex renal e medula externa. A clearence de Eritropoetina circulante não tem sido totalmente explicada, mas é realizada, em uma pequena parte, pela excreção urinária, e possivelmente também pela eliminação hepática e pela captação em células alvo na medula óssea. A Eritropoetina ajusta a produção de células vermelhas para satisfazer as exigências de oxigênio nos tecidos. Exerce seu efeito através de um sistema complexo de feedback, no qual a secreção renal do hormônio é controlada por um sensor de oxigênio no rim que responde à pressão parcial de oxigênio no sangue. Sob condições de aumento de oxigênio periférico, os níveis de Eritropoetina diminuem. Isto é observado após a correção da hipóxia em indivíduos saudáveis (como uma descida de uma elevação alta) e após a hipertransfusão

Instruções de preparo

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

Material

SORO

Interpretação

O vírus Epstein- Barr (EBV) pertence à família do herpesvírus. O vírus é transmitido principalmente pela saliva; no entanto, a transmissão sexual, por transplante ou produtos de sangue contendo linfócitos foi observada. O EBV é o agente causador da mononucleose infecciosa, sendo também associado com o linfoma de Burkitt e o carcinoma de nasofaringe. Durante a infância, a infecção primária em geral é assintomática, já na adolescência e na idade adulta, contrai-se, em geral, uma mononucleose infecciosa sintomática. Após a infecção primária, o vírus fica latente durante toda a vida. Para determinar o estágio da infecção, são utilizados testes para a detecção de anticorpos IgG e IgM contra o capsídeo viral (VCA) e de anticorpos IgG contra o antígeno nuclear 1 (EBNA-1).

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 6:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  7:00 as 10:00

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Instruções de preparo

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

O vírus Epstein- Barr (EBV) pertence à família do herpesvírus. O vírus é transmitido principalmente pela saliva; no entanto, a transmissão sexual, por transplante ou produtos de sangue contendo linfócitos foi observada. O EBV é o agente causador da mononucleose infecciosa, sendo também associado com o linfoma de Burkitt e o carcinoma de nasofaringe. Durante a infância, a infecção primária em geral é assintomática, já na adolescência e na idade adulta, contrai-se, em geral, uma mononucleose infecciosa sintomática. Após a infecção primária, o vírus fica latente durante toda a vida. Para determinar o estágio da infecção, são utilizados testes para a detecção de anticorpos IgG e IgM contra o capsídeo viral (VCA) e de anticorpos IgG contra o antígeno nuclear 1 (EBNA-1).

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 6:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  7:00 as 10:00

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Método

– Cultura quantitativa em meios apropriados para isolamento de diversos microrganismos (agar sangue, agar chocolate e Thayer Martin).

– Exame realizado em material de esperma.
– Não há necessidade de abstinência sexual prévia para a realização do exame.

– Primeiramente urinar, fazer higienização do órgão genital com água e sabão, secar bem.
– Colher todo o volume de uma ejaculação obtida por masturbação em frasco descartável, estéril e com tampa de rosca.

– No caso de uso prévio ou atual de antimicrobianos, deve ser informado o nome do medicamento. A administração de antimicrobianos não impede a realização da cultura, mas pode interferir no resultado

– Enviar no próprio frasco de coleta em temperatura ambiente.

obs: Pode ser colhido no próprio domicilio desde que seja entregue ate 2 hora após coleta no Laboratório 22 de Outubro,

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Sinonímia: Estudo do líquido seminal, estudo do esperma,
estudo do líquido espermático ( para controle pós-vasectomia)
pode ser feita apenas contagem de espermatozóides )

Seção Técnica: Hematologia

Material: todo volume de uma ejaculação

PREPARO DO PACIENTE:

Abstinência sexual: de 2 (dois)  a  5 (cinco) dias ( não podendo ultrapassar estes 5 dias )

A coleta, deve / tem, ser realizada no laboratório.

Antes da coleta, realizar higiene das mãos e pênis;

A amostra deve ser coletada por masturbação em frascos limpos, de vidro de boca larga, fornecido preferencialmente pelo laboratório;

Não utilizar métodos alternativos para obtenção do sêmen como, por exemplo, relação sexual interrompida;

Instruir o paciente para evitar perda do material durante a coleta. Fechar imediatamente o frasco após a coleta, para evitar alcalinização;

Recomendar ao paciente a não utilização de preservativos de látex durante a coleta;

Interferentes: Não pode ser colhido em preservativos ou frascos plásticos. Café, cimetidina, citotóxicos ( ciclofosfamida e methotrexate ), estrógenos, metiltestosterona podem reduzir o número de espermatozóides.

Coleta das 8:00 as 12:00 de Segunda-feira a Sexta-feira , com agendamento prévio.

Resultado: Em até 2 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
A estrona é um esteróide como o estriol e o estradiol, pertencente à classe dos estrógenos. Os estrógenos estão relacionados com o desenvolvimento dos órgãos sexuais femininos e às características sexuais secundárias. Antes da fertilização do óvulo, a principal ação dos estrógenos é o crescimento e funcionamento do trato reprodutivo para preparação do óvulo a ser fertilizado. Durante a fase folicular do ciclo menstrual o nível de estrona demonstra-se um pouco aumentado. Após esse período, a produção de estrona aumenta, marcando seu pico por volta do 13° dia. O pico é de pequena duração e por volta do 16° dia do ciclo o nível será baixo. Um segundo pico ocorre por volta do 21° dia do ciclo e se a fertilização não ocorrer, a produção de estrona diminui. 

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
O Estradiol é o mais potente estrógeno natural em humanos. Ele regula a função reprodutiva em mulheres e, com a progesterona, mantém a gravidez. A maior parte do estradiol é secretada pelos ovários (em mulheres não-grávidas), embora os testículos (em homens) e o córtex adrenal (em homens e mulheres) secretam pequenas quantidades. Durante a gravidez, a placenta produz a maior parte do estradiol circulante. Em mulheres não-grávidas normais, o estradiol sintetizado pelo ovário é a origem predominante tanto de estrona como de estriol. Níveis normais de estradiol são mais baixos na menstruação e no início da fase folicular e se elevam no final da fase folicular exatamente antes do avanço do LH, que, normalmente, é imediatamente seguida pela ovulação. Quando o LH atinge o pico, o estradiol começa a diminuir antes de aumentar novamente durante a fase lútea. Se a concepção não ocorrer, o estradiol cai até seus níveis mais baixos e a menstruação inicia-se logo em seguida. Se a concepção ocorrer, os níveis de estradiol continuam a aumentar, alcançando níveis de 1.000 a 5.000 pg/ mL durante o primeiro trimestre, 5.000 a 15.000 pg/mL durante o segundo trimestre e 10.000 a 40.000 pg/mL durante o terceiro trimestre. Na menopausa, os níveis de estradiol permanecem baixos.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação

O estriol é um hormônio esteróide estrogênico menos potente que o estradiol. Durante a gravidez normal é produzido pela placenta a partir de precursores produzidos pela adrenal fetal. Aumenta durante a gestação normal constituindo um parâmetro de avaliação da função e integridade da unidade feto-placentária. Sua determinação está indicada no acompanhamento da gestação de alto risco.

Não tem indicação clínica em não-gestantes.

Sinonímia: Urina tipo I, urinálise,
sumário de urina

MATERIAL: URINA

MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril ( retirar em uma de nossas unidades do Laboratório 22 de Outubro )

Resultado: 1 dia útil

Instruções de preparo

Medicação: O uso de medicamentos e contraste radiológico devem ser informados.

Instruções de coleta

Coletar preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 02 horas após a última micção.

Realizar higienização da região genital com água e sabão;
Iniciar a micção, desprezando o primeiro jato de urina no vaso sanitário;
Sem interromper a micção, coletar urina do jato médio;
Desprezar o restante da urina no vaso sanitário;
Fechar o frasco de coleta; Colher em frasco limpo  e próprio para a coleta de urina.
Encaminhar o frasco para o laboratório mantendo-o em local fresco/refrigerado e ao abrigo da luz.

No caso de crianças que necessitem de saco coletor, o mesmo deve ser colocado após a adequada higienização, e se não ocorrer a micção em um prazo de 60 minutos, o saco coletor deverá ser trocado, até que ocorra espontânea micção.

Instruções de rejeição

Amostras com volume insuficiente, com conservantes, encaminhadas em ácido bórico, contaminadas com material fecal, água, pomadas e talco, cliente menstruada que não colheu material com tampão vaginal, amostras

F

Sinonímia: FAN, anticorpos antinucleares, PESQUISA DE AUTOANTICORPOS ANTICÉLULA

Seção Técnica: Imunologia

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 4 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interferentes: Existem várias drogas que
podem induzir a formação de anticorpos antinucleares e
síndrome semelhante ao lúpus eritematoso, como procainamida,
hidralazina, anticonvulsivantes, alfametildopa, penicilina,
butazolidina, ácido para aminosalicílico

Exames Relacionados: Células LE, anti-DNA, anti-Sm, anti-RNP, complemento total e componentes, imunocomplexos
circulantes, anti-LA/SS-B, anti-Ro/SS-A, anti-SCI-70, anti-Jo-
1, fator reumatóide, PCR, µ1-glicoproteína ácida, VHS

Interpretação
O FAN não é um único anticorpo, ele é um conjunto de anticorpos contra diferentes estruturas das células. Existem vários tipos de FAN, cada um deles associado a um tipo de doença autoimune diferente. É importante salientar que 10% a 15% da população sadia pode ter FAN reagente em valores baixos, sem que isso indique qualquer problema de saúde. Este anticorpo ocorre com alta frequência em pacientes portadores de doenças difusas do tecido conjuntivo (DTC), especialmente lupus eritematoso sistêmico (LES). Praticamente todos os pacientes com LES são FAN positivos então um resultado negativo praticamente exclui o lupus ativo. Pacientes com outra DTC como artrite reumatóide, esclerodermia e dermatomiosite são frequentemente positivos. Resultado FAN positivo pode ocorrer em pacientes com queimaduras graves ou infecção viral. Devido a esta falta de especificidade é recomendado que testes mais específicos como para anticorpos anti-DNA de dupla hélice e ENA sejam executados.
Um  FAN  positivo,  não  é  necessariamente  diagnóstico de  patologia,  principalmente quando  os títulos  são baixos. Algumas drogas podem estar associadas ao desenvolvimento de FAN positivo, como, procainamida, hidralazina, fentiazinas, difenilhidantoína,  quinidina,  entre  outros, com títulos detectáveis por meses e até anos após a interrupção  de sua administração.
O laudo do exame FAN encontra-se em adequação aos critérios do V Consenso Brasileiro de FAN Hep-2.    

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 2 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interferentes: Lipemia e hemólise

Exames Relacionados FAN, PCR, VHS, ASLO, Ácido úrico

Interpretação
Fator reumatóide (FR) são autoanticorpos dirigidos contra a porção Fc da IgG humana que foi alterada na sua estrutura terciária, que também reagem com a IgG animal. Os FR pertencem, predominantemente, à classe da IgM mas também ocorrem em todas as outras classes de imunoglobulinas. A detecção de fatores reumatóides constitui um dos fatores para o diagnóstico da artrite reumatóide. Os FR assumem um papel importante no diagnóstico diferencial entre a artrite reumatóide e as outras doenças reumáticas e permitem, além disso, enunciados diagnósticos sem relação à artrite reumatóide. Frequentemente, elevadas concentrações estão associadas a uma evolução mais severa da doença. Mas também existem tipos de artrite reumatóide soronegativa sem FR detectáveis e os FR podem ocorrer em conexão com outras doenças reumáticas e não reumáticas tais como a hepatite, a endocardite, e as infecções parasitárias ou virais. Com o aumento da idade, aumenta também a percentagem de diagnósticos positivos de FR, sem os correspondentes sintomas da doença. 

MATERIAL: SANGUE TOTAL
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com EDTA (roxo)
Resultado: 12 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
A presença da variante G1691A no gene do Fator V de Leiden está associado à resistência do fator V à clivagem pela proteína C ativada, constituindo importante fator no aumento de risco para o desenvolvimento de tromboembolismo venoso. Indivíduos heterozigotos para esta variante possuem de três a dez vezes maior risco de desenvolver trombose venosa, enquanto que nos indivíduos homozigotos este risco é aumentado em até oitenta vezes. O resultado Normal para este teste não exclui outros fatores assim como outros polimorfismos associados ao risco trombótico.

MATERIAL: SANGUE TOTAL
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com EDTA (roxo)
Resultado: 12 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
A presença da variante G1691A no gene do Fator V de Leiden está associado à resistência do fator V à clivagem pela proteína C ativada, constituindo importante fator no aumento de risco para o desenvolvimento de tromboembolismo venoso. Indivíduos heterozigotos para esta variante possuem de três a dez vezes maior risco de desenvolver trombose venosa, enquanto que nos indivíduos homozigotos este risco é aumentado em até oitenta vezes.
A protrombina é a proteína precursora da trombina. A presença da variante G20210A no gene da protrombina (Fator II) está associado ao aumento das concentrações de protrombina plasmática, e consequentemente o risco em até três vezes de desenvolver trombose venosa.
Os resultados destes testes não excluem outros fatores assim como outros polimorfismos associados ao risco trombótico. 

MATERIAL: PLASMA CITRATADO CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com citrato (azul)
Resultado: 5 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Instruções de coleta
Coagulação:
A coleta deverá ser realizada com o mínimo de trauma possível, preferencialmente não utilizar garrote. A amostra deverá ser imediatamente transferida para o tubo de citrato, respeitando a marcação do mesmo para que a quantidade de sangue e anticoagulante sejam proporcionais ao volume coletado.
Interpretação
Fator VIII é um fator de coagulação essencial, onde sua deficiência causa a hemofilia A, também conhecida como hemofilia clássica. Cerca de 85% dos pacientes com hemofilia são portadores da hemofilia A por deficiência da via intrínseca da coagulação. Por ser uma proteína de fase aguda, o fator VIII deve ser realizado na ausência de processos inflamatórios.

MATERIAL: PLASMA CITRATADO CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com citrato (azul)
Resultado: 5 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Instruções de coleta
Coagulação:
A coleta deverá ser realizada com o mínimo de trauma possível, preferencialmente não utilizar garrote. A amostra deverá ser imediatamente transferida para o tubo de citrato, respeitando a marcação do mesmo para que a quantidade de sangue e anticoagulante sejam proporcionais ao volume coletado.
Interpretação
Uma das principais proteínas da cascata de coagulação. Trata-se de uma enzima da classe da serina protease. A deficiência dessa proteína é a principal causa da hemofilia B. É uma doença de herança genética ligada ao X. Esse fator é o componente catalítico da via intrínseca da coagulação.

MATERIAL: PLASMA CITRATADO CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com citrato (azul)
Resultado: 5 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Instruções de coleta
Coagulação:
A coleta deverá ser realizada com o mínimo de trauma possível, preferencialmente não utilizar garrote. A amostra deverá ser imediatamente transferida para o tubo de citrato, respeitando a marcação do mesmo para que a quantidade de sangue e anticoagulante sejam proporcionais ao volume coletado.
Interpretação
Diagnóstico de deficiências congênitas ou adquiridas do fator X da coagulação. É herdada de modo autossômico recessivo. As principais causas da deficiência adquirida são insuficiência hepática, amiloidose sistêmica, anticorpos contra o fator X, deficiência de vitamina K e na presença de anticoagulantes orais. Útil também na avaliação da função hepática e pacientes com TAP e/ou KPTT prolongados.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 3 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
O Fenobarbital é utilizado principalmente no tratamento de todos os tipos de convulsões, exceto ausências epiléticas, em conjunto com outras drogas tais como a Carbamazepina, o Ácido Valpróico e a Fenitoína. Esta droga reduz a transmissão sináptica e, consequentemente, reduz a excitabilidade de toda a célula nervosa, embora o uso prolongado possa criar resistência. O Fenobarbital é absorvido devagar, mais eficazmente após administração por via oral. Atinge o nível de concentração de pico entre 4 a 10 horas após administração. Nos adultos o período de meia vida é de 70 a 100 horas. Os efeitos comuns mais nocivos dessa terapia é a sedação. O Fenobarbital é entre 40 a 60% ligado à proteína plasmática. Isto contribui para a eliminação de outras drogas, estimulando o metabolismo através da indução de enzimas metabolizantes de medicamentos e/ou inibindo o metabolismo através de competição de uma quantidade limitada de enzimas. As concentrações de Carbamazepina e Ácido Valpróico diminuem devido ao Fenobarbital, ao passo que o efeito do Fenobarbital na concentração de Fenitoína é variável. O tratamento com Ácido Valpróico aumenta a concentração de Fenobarbital por diminuição da eliminação de Fenobarbital. 

MATERIAL: URINA INÍCIO DA JORNADA DE TRABALHO
MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril
Resultado: 3 dias úteis

nstruções de preparo
Bebida alcoólica: Consumo de etanol aumenta a excreção do Fenol.
Dieta: Ingestão de Benzoato de Sódio (conservante de alimentos) aumenta a excreção de fenol.
Medicação: Fenilsalicilatos, Barbitúricos e Fenolato de Sódio interferem no resultado do exame.

 

Instruções de coleta
Coleta FENUI:
Coletar urina do início do último dia da jornada de trabalho (recomenda-se evitar o primeiro dia de jornada da semana).
Manter a amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Interpretação
O fenol é uma substância química que pode ser sólida ou líquida com odor característico, nauseante, aromático e pungente. É utilizado na produção de resinas fenólicas, outros produtos fenólicos e caprolactama, em desinfetantes e agentes anti-sépticos. Na indústria tem diversos usos: como solvente, na fabricação de explosivos, fertilizantes, gás de iluminação, tintas, removedores, borrachas, resinas sintéticas, produtos têxteis, de perfumaria e farmacêuticos, baquelite, plásticos e desinfetantes. Após a exposição, o fenol é prontamente absorvido pelas vias cutânea, digestiva e respiratória. Em sua maior parte, é oxidado ou conjugado com ácido sulfúrico, glucorônico e outros ácidos, sendo eliminado na urina na forma conjugada. Os vapores do fenol são irritantes das vias respiratórias e corrosivo para os tecidos. 

MATERIAL: URINA INÍCIO DA JORNADA DE TRABALHO
MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril
Resultado: 3 dias úteis

Instruções de preparo
Bebida alcoólica: Consumo de etanol aumenta a excreção do Fenol.
Dieta: Ingestão de Benzoato de Sódio (conservante de alimentos) aumenta a excreção de fenol.
Medicação: Fenilsalicilatos, Barbitúricos e Fenolato de Sódio interferem no resultado do exame.

 

Instruções de coleta
Coleta FENU:
Coletar urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição (recomenda-se evitar a primeira jornada da semana).
Manter a amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Interpretação
O fenol é uma substância química que pode ser sólida ou líquida com odor característico, nauseante, aromático e pungente. É utilizado na produção de resinas fenólicas, outros produtos fenólicos e caprolactama, em desinfetantes e agentes anti-sépticos. Na indústria tem diversos usos: como solvente, na fabricação de explosivos, fertilizantes, gás de iluminação, tintas, removedores, borrachas, resinas sintéticas, produtos têxteis, de perfumaria e farmacêuticos, baquelite, plásticos e desinfetantes. Após a exposição, o fenol é prontamente absorvido pelas vias cutânea, digestiva e respiratória. Em sua maior parte, é oxidado ou conjugado com ácido sulfúrico, glucorônico e outros ácidos, sendo eliminado na urina na forma conjugada. Os vapores do fenol são irritantes das vias respiratórias e corrosivo para os tecidos. 

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 3 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
A ferritina é uma proteína de alto peso molecular que contém ferro e que atua no organismo como um composto armazenador de ferro. Foi demonstrado que a molécula de ferritina, quando está completamente saturada, pode conter mais de 20% de seu peso em ferro. Aproximadamente 25% do ferro no adulto normal está presente em várias formas de armazenamento. Cerca de 2/3 das reservas de ferro no corpo humano encontram-se na forma de ferritina. Os depósitos de ferro restantes encontram-se na forma de hemosiderina insolúvel, a qual representa provavelmente uma forma de ferritina desnaturada. A literatura recente sugere que a ferritina proporciona determinações mais sensíveis, específicas e confiáveis para determinar uma deficiência de ferro nos estágios iniciais. As determinações de ferritina sérica têm demonstrado ser úteis no controle da recuperação dos depósitos férricos em pacientes, nos quais se administra ferro oralmente, e para determinar quando se pode interromper a terapia. Nos distúrbios inflamatórios crônicos, nas infecções, na doença neoplásica e na insuficiência renal crônica, observa-se um aumento desproporcional dos níveis de ferritina sérica em relação aos depósitos férricos. Indicações: Avaliação da reserva de ferro em anemias Interpretação clínica: Quando baixa, é um importante indicador de depleção de ferro, mas aumenta na doença inflamatória crônica, de modo que pode estar normal quando a deficiência de ferro coexiste com estas. Podem aumentar aumentando a ferritina: jejum prolongado e ingestão de medicamentos contendo ferro, infecções, neoplasias, doenças hepáticas, leucemias, ingestão de álcool, anemia hemolítica, anemia sideroblástica, hipertireoidismo, hemocromatose e processos inflamatórios agudos ou crônicos sem infecção. Podem diminuir algumas horas após o desencadeamento de um processo infeccioso.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 2 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Interpretação
O ferro participa numa variedade de processos vitais no organismo, desde os mecanismos de oxidação celular ao transporte e alimentação de oxigênio para as células do organismo. É um elemento constituinte das cromoproteínas transportadoras do oxigênio, hemoglobina e mioglobina, bem como de várias enzimas, nomeadamente citocromo oxidase e peroxidases. O restante de ferro no organismo está presente nas flavoproteínas, nas proteínas enxofre-ferro, bem como no armazenamento de ferro-ferritina e no transporte de ferro-transferrina. A concentração medida de ferro no soro é principalmente a aglutinação de Fe (III) com transferrina de soro e não inclui o ferro existente no soro como hemoglobina livre. A concentração de ferro no soro é reduzida em grande parte dos indivíduos com anemia por insuficiência de ferro, mas não em todos; em doenças inflamatórias agudas ou crônicas, nomeadamente infecção aguda, imunização e enfarte do miocárdio; hemorragia aguda ou recente; doença maligna;gravidez tardia; menstruação e nefrose. A concentração de ferro no soro diminui acentuadamente em doentes que estejam a iniciar reação a uma terapia específica para anemias ou outras causas, por exemplo: tratamento de anemia perniciosa com Vitamina B12. Concentrações superiores às normais de ferro no soro ocorrem em doenças por sobrecarga de ferro, nomeadamente hemocromatose e no envenenamento agudo por ferro após administração de ferro por via oral ou parenteral. Os níveis de ferro também podem ser elevados no caso de hepatite aguda, envenenamento por chumbo, leucemia aguda, talassemia ou contracepção oral. 

Material:  Fezes

Preparo: Pegar o frasco com conservante no Laboratório 22 de Outubro

Colher 3 amostras, sendo uma por dia ou em dias alternados. Colocar as 3 amostras no mesmo frasco contendo o líquido de conservação, de tal forma que após colhidas as 3 amostras, elas continuem envolvidas pelo líquido. Identificar e enviar ao laboratório após a coleta de todas as amostras.

Colher fezes recentes, mínimo 10 g

Após a primeira coleta, colher as outras amostras no prazo máximo de 7 dias.

Observações: O MIF é venenoso, devendo ser mantido fora do alcance das crianças.

Não é necessário colocar o material na geladeira, pois o liquido já é conservante, manter em local fresco.

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Sinonímia:

SINÔNIMOS
CBHPM – 40304264, FATOR I, FATOR I DA COAGULAÇÃO

Seção Técnica: Hematologia

MATERIAL: PLASMA CITRATADO CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com citrato (azul)
Resultado: 1 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Anotar todos os medicamentos utilizados nos últimos 10 dias
Interferentes: Coleta traumática, proporção incorreta entre anticoagulante e sangue. Contraceptivos orais
e gestação ( aumentam os níveis de fibrinogênio ). Presença de heparina circulante ( impedem a polimerização da fibrina)

Exames Relacionados: Contagem de plaquetas, coagulograma,
TT, PDF, D-dímero

Interpretação
O fibrinogênio é uma glicoproteína que converte-se em fibrina pela ação da trombina. Os níveis altos de fibrinogênio estão relacionados com tromboses, independente se arterial ou venosa. Existem dois tipos de alterações hereditárias: afibrinogenemia e disfibrinogenemia. A primeira trata-se de uma doença rara, herdada com caráter autossômico recessivo. A clínica varia em hemorragias que podem ser de intensidade leve a grave. Já nas hipofibrinogenemias geralmente apresenta manifestações clínicas quando associadas a trauma ou quando a concentrações baixas de fibrinogênio.

MATERIAL: SORO ACIDIFICADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 4 dias úteis
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

 Medicação: Cefoxitina e doxiciclina podem provocar resultados falsamente elevados.

Interpretação
A fosfatase é uma enzima presente nos osteoclastos, no fígado, no baço, nos eritrócitos, nas plaquetas e na próstata, com atividade cerca de 1000 vezes maior que nos outros tecidos. Valores aumentados de fosfatase total e da fração prostática ocorrem na hipertrofia prostática benigna, palpação retal e em pacientes com câncer de próstata.

Sinonímia: –

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4h
Interferentes: Drogas hepatotóxicas causam
aumento, por ação in vivo. Fluoreto, oxalato, EDTA interferem
in vitro reduzindo a atividade da enzima

Exames Relacionados: Bilirrubinas, TGO, TGP, gama-GT,
cálcio, hidroxiprolina urinária, isoenzimas da fosfatase
alcalina, piridinolina, deoxipiridinolina

Sinonímia: P, fosfatemia, fosfato

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: jejum de 4 h

Interferentes: Hemólise

Exames Relacionados: Cálcio, fosfatase alcalina e ácida,
Calciúria, fosfatúria, hPTH, vitamina D

Sinonímia: FSH

Material: Soro

Tubo: Seco

Orientações necessárias

– A amostra deve ser colhida preferencialmente até o quinto dia após o incio do ciclo menstrual ou conforme solicitação médica.

Acima de 3 de idade, jejum minimo necessário de 3 horas.

Interferentes: Hemólise, Lipemia.

G

Sinonímia: Gama-GT, gamaglutamil
transpeptidase

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4h

Interferentes: Medicamentos: Fenitoína,
fenobarbital, acetaminofen

Exames Relacionados: TGO, TGP, fosfatase alcalina,
eletroforese de proteínas

Sinonímia: Glicemia

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Plasma fluoretado

Tubo: Cinza

Preparo do Paciente:

– Para a coleta deste exame, recomendamos que o jejum não seja superior a 14 horas.
– O cliente não deve realizar esforço físico antes da coleta.
– O uso de medicações por via oral e/ou de insulina para o tratamento do diabetes deve seguir a orientação médica.

 Jejum:

Até 3 anos de idade, jejum mínimo necessário de 3 horas.
De 3 a 9 anos de idade, jejum mínimo necessário de 4 horas.
Acima de 9 de idade, jejum mínimo necessário de 8 horas.

Interferentes: –

Exames Relacionados: Curva glicêmica, curva insulinêmica,
glicosúria

Sinonímia: Glicemia

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Plasma fluoretado

Tubo: Cinza

Preparo do Paciente:

– Para a coleta deste exame, recomendamos que o jejum não seja superior a 14 horas.
– O cliente não deve realizar esforço físico antes da coleta.
– O uso de medicações por via oral e/ou de insulina para o tratamento do diabetes deve seguir a orientação médica.

 Jejum:

Até 3 anos de idade, jejum mínimo necessário de 3 horas.
De 3 a 9 anos de idade, jejum mínimo necessário de 4 horas.
Acima de 9 de idade, jejum mínimo necessário de 8 horas.

Interferentes: –

Exames Relacionados: Curva glicêmica, curva insulinêmica,
glicosúria

Sinonímia: Glicose pós-prandial

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Plasma

Tubo: Cinza

Preparo do Paciente: O paciente deve fazer refeição
normal, conforme orientação do médico assistente

  1. Orientações necessárias– A amostra precisa ser colhida duas horas após o início da refeição (almoço) ou conforme solicitação médica. No primeiro caso, o tempo deve ser cronometrado a partir do começo da refeição.
    – Por razões eminentemente técnicas, é importante que o horário de coleta seja respeitado. A tolerância de atraso será de, no máximo, 15 minutos, depois dos quais não há mais possibilidade de realizar o exame.
    – O uso de medicamentos para diabetes não deve ser suspenso, a não ser que exista informação contrária do médico assistente.
    – Se a glicemia de jejum também tiver sido solicitada e a coleta da glicemia pós-prandial não for possível no mesmo dia, o intervalo máximo entre as duas deve ser de até 60 horas.

 Interferentes: –

Exames Relacionados: Glicemia, glicosúria, hemoglobina
glicosalada, proteína glicosalada

– Jejum obrigatório de 2 horas após ingestão de uma refeição.

Ao finalizar a alimentação, marcar o horário, aguardar 2 horas de preferência em repouso a partir do final da refeição e retornar para colher o exame (chegar ao laboratório 10 minutos antes da coleta).

Pode ingerir pouca água neste período.

A coleta deverá ser feita, de preferência, no mesmo dia da glicose em jejum.
OBS: Neste intervalo de 2 horas não poderá: chupar balas, mascar chicletes, tomar café, chá, suco, sorvete, etc.

Resultado: Em até 1 a 3 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 6:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira. Aos Sábados precisa ser agendado.

 Sinonímia: Glicose urinária

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Urina de 24h

Tubo: Frasco de água

Preparo do Paciente: Dieta e medicação habituais
Interferentes: Podem provocar resultados
totalmente elevados: ácido aminossalicílico, carbamazepina,
diuréticos ( tiazídicos, furosemide ), carbonato de lítio

  1. Orientações necessáriasI – Material
    – O exame pode ser realizado, a pedido médico, em urina de 24 ou 12 horas ou, ainda, em urina de 24 horas fracionadaem períodos.
    – Eventualmente, a dosagem pode ser feita em urina isolada.II – Amostra de 24 ou 12 horas
    – O cliente deve retirar, no Laboratório, os frascos com o conservante adequado e as instruções necessárias.
    – O material precisa ser entregue em até 3 horas ápos a coleta, se mantido em temperatura ambiente, ou 24 horas, se refrigerado.III – Amostra isolada
    – O material pode ser colhido no laboratório ou entregue até três horas após a coleta.IV – Preparo
    – Para mulheres, o ideal é não fazer o exame no período da menstruação.

 Exames Relacionados: Glicemia, curva glicêmica, proteína
ou hemoglobina glicosiladas

Sinonímia: BHCG

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum não necessário

Interferentes: –

Exames Relacionados: BhCG Quantitativo

  1. Orientações necessárias– Este exame é útil no diagnóstico precoce da gravidez (a partir de um a dois dias a dez dias de atraso menstrual), não tendo valor na avaliação de tempo gestacional.

O resultado do teste é liberado até duas horas após a coleta.

H

 Sinonímia: Alfa-Colesterol

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 8h

– Para fazer o teste, o cliente deve estar com sua dieta habitual há pelo menos cinco dias.

 Interferentes: Dieta pode interferir com níveis lipídicos.
Níveis muito altos de triglicérides podem interferir

Exames Relacionados: Colesterol Total, LDL-Colesterol,
triglicérides, lipidograma

Resultado: Em até 2 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 6:00 as 12:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  7:00 as 10:00

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Sinonímia: Htc, ht

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue com EDTA

Tubo: Roxo

Preparo do Paciente: Jejum de 4h

– Este exame não requer jejum após dieta leve. Se, contudo, for realizado após almoço ou jantar, deve haver um intervalo de três horas entre a refeição e a coleta.
– O cliente não deve realizar o exame após ter feito grandes esforços físicos.

 Interferentes: Crioaglutininas

Exames Relacionados: Série Vermelha, hemograma, hemoglobina

Sinonímia: Cultura de sangue

Seção Técnica: Microbiologia

Material: Sangue total

Tubo: Próprio

Preparo do Paciente: Assepsia rigorosa do local da coleta
com PVPI alcoólico
Interferentes: –

Não é obrigatório colher o sangue na vigência de febre, porém, caso o cliente refira febre diária, o exame deve ser idealmente realizado na ascensão da temperatura.
– No caso de uso prévio ou atual de antimicrobiano, o nome do medicamento precisa ser informado. Convém ressaltar que o emprego de antimicrobianos não impede a realização da cultura, mas, em algumas situações, pode interferir no resultado

 Exames Relacionados: Antibiograma, hemograma,

 Sinonímia: Hemoglobinometria, Bh

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue com EDTA

Tubo: Roxo

Preparo do Paciente:

– Este exame não requer jejum após dieta leve. Se, contudo, for realizado após almoço ou jantar, deve haver um intervalo de três horas entre a refeição e a coleta.
– O cliente não deve realizar o exame após ter feito grandes esforços físicos.

 Interferentes: Lipemia, meta-hemoglobinas (
sulfohemoglobinas ), hiperbilirrubinemia muito elevada

Exames Relacionados: Série vermelha, hematócrito

Sinonímia: Hemograma de Schilling, hematológico,
hematimetria, estudo da crase sangüínea

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue com EDTA

Tubo: Roxo

Preparo do Paciente:

– Este exame não requer jejum após dieta leve. Se, contudo, for realizado após almoço ou jantar, deve haver um intervalo de três horas entre a refeição e a coleta.
– O cliente não deve realizar o exame após ter feito grandes esforços físicos.

Interferentes: Crioaglutininas, lipemia, metahemoglobinas,
microcoágulos, hiperbilirrubinemia muito elevada

Exames Relacionados: VHS, reticulócitos, mielograma, etc

Sinonímia: VHS, velocidade da hemossidimentação
dos eritrócitos, eritrossedimentação, velocidade de
sedimentação globular

Seção Técnica: Hematologia

Material: Colher 1,0 mL de sangue total
em tubo próprio (VACU-TEC), contendo anticoagulante ( citrato
de sódio 0,105 mol/L ). Método manual: 3,5 mL de sangue com
EDTA. O material deve ser enviado imediatamente ao setor
técnico

Tubo: Roxo

Preparo do Paciente:

– Este exame não requer jejum após dieta leve. Se, contudo, for realizado após almoço ou jantar, deve haver um intervalo de três horas entre a refeição e a coleta.
– O cliente não deve realizar o exame após ter feito grandes esforços físicos.

Interferentes: Aumentam a hemossedimentação:
anemia e lipemia. Diminuem a hemossedimentação:
crioaglutininas, sensibilização eritrocitária, esferocitose,
anisocitose, microcitose, policitemia

Exames Relacionados: PCR, ASLO, µ1-glicoproteína ácida,
hemograma

MATERIAL: SANGUE TOTAL
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com EDTA (roxo)
PRAZO: 3 dia útil
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C
Instruções de rejeição
Amostras fortemente hemolisadas ou com presença de coágulos não serão dosadas.
Interpretação
Hemoglobina Glicada ou Glicosilada, também abreviada como HbA1c e até A1c, é uma hemoglobina presente nos eritrócitos humanos que é útil na identificação de altos níveis de glicemia durante períodos prolongados. Este tipo de hemoglobina é formada a partir de reações não enzimáticas entre a hemoglobina e a glicose. O exame de hemoglobina glicada é o mais importante na avaliação do controle do diabetes. Ele resume, para o médico e para o paciente, como adoença esteve controlada nos últimos 60 a 90 dias permitindo uma avaliação fiel deste período. Durante os 90 dias de sua vida, a hemoglobina (hemácia ou glóbulo vermelho) vai incorporando glicose, em função da concentração que existe no sangue. Se as taxas de glicose estiverem altas (ou baixas) durante esse período, haverá propocionalmente um aumento ou diminuição das taxas de hemoglobina glicada. 
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL: PLASMA CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo PPT ou Vacuette K2 (ambos em EDTA com gel separador)
nstruções de coleta
Coleta HCV:
Realizar coleta utilizando material e tubos de coleta adequados. Imediatamente após a coleta, separar o plasma das células por centrifugação por 10 minutos a 2.200g. Após este procedimento, verificar se o gel separador está bem sedimentado e congelar o material. A coleta no tubo correto é de fundamental importância para a preservação da integridade do RNA viral das amostras. Não aliquotar o plasma após a centrifugação.

 

Instruções de distribuição
Transportar congelado (-20°C). Acondicionar o material nas bags (bolsas) roxas disponibilizadas pelo DB, pois possibilitam o envio direto dos exames, maior segurança e estabilidade das amostras.

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias congelada a -20° C.

 

Instruções de rejeição
Rejeição HCV:
Amostras com presença de coágulos.
Amostras coletadas em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
Amostras coletadas em heparina.
MATERIAL: PLASMA CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo PPT ou Vacuette K2 (ambos em EDTA com gel separador)
PRAZO: 10 dias úteis
Instruções de coleta
Coleta HCVGE:
Realizar coleta utilizando material e tubos de coleta adequados. Imediatamente após a coleta, separar o plasma das células por centrifugação por 10 minutos a 2.200g. Após este procedimento, verificar se o gel separador está bem sedimentado e congelar o material. A coleta no tubo correto é de fundamental importância para a preservação da integridade do RNA viral das amostras. Não aliquotar o plasma após a centrifugação.

 

Instruções de distribuição
Transportar congelado (-20°C). Acondicionar o material nas bags (bolsas) roxas disponibilizadas pelo DB, pois possibilitam o envio direto dos exames, maior segurança e estabilidade das amostras.

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias congelada a -20° C.

 

Instruções de rejeição
Amostras com presença de coágulos. Amostras coletadas em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade. Amostras coletadas em heparina.
MATERIAL: PLASMA CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo PPT ou Vacuette K2 (ambos em EDTA com gel separador)
PRAZO: 4 dias úteis
Instruções de coleta
Coleta HCV:
Realizar coleta utilizando material e tubos de coleta adequados. Imediatamente após a coleta, separar o plasma das células por centrifugação por 10 minutos a 2.200g. Após este procedimento, verificar se o gel separador está bem sedimentado e congelar o material. A coleta no tubo correto é de fundamental importância para a preservação da integridade do RNA viral das amostras. Não aliquotar o plasma após a centrifugação.

 

Instruções de distribuição
Transportar congelado (-20°C). Acondicionar o material nas bags (bolsas) roxas disponibilizadas pelo DB, pois possibilitam o envio direto dos exames, maior segurança e estabilidade das amostras.

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias congelada a -20° C.

 

Instruções de rejeição
Rejeição HCV:
Amostras com presença de coágulos.
Amostras coletadas em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
Amostras coletadas em heparina.

L

Sinonímia: Prova de fragilidade capilar, teste do
torniquete e teste de Rumpel Leede

Seção Técnica: Hematologia

Material: Teste realizado in vivo, aplicando-se
ao braço do paciente manguito de esfigmomanômetro inflado na
pressão arterial média ( máximo de 100 mm Hg ), durante 5
minutos

Preparo do Paciente: Anotar todos os medicamentos
utilizados nos últimos 10 dias
Interferentes: 1) Aumento da fragilidade
capilar: período pré-menstrual imediato e uso de esteróides
por tempo prolongado

2) Diminuição da fragilidade
capilar: estrógenos

3) Uso de drogas com ação
antiagregante plaquetária: aspirina, anti-inflamatórios,
antibióticos, etc

Exames Relacionados: Contagem de plaquetas, coagulograma,
testes de agregação plaquetária

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 4 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
É uma doença febril aguda causada pela espiroqueta do gênero leptospira. A leptospirose humana pode apresentar-se nas formas ictéricas (10%) ou anictérica (90%). Na forma ictérica os sinais clínicos são: febre, conjuntivite, erupções cutâneas, diarréia, petéquias e meningite imune mediada. Na forma anictérica os sinais são: febre, mialgia, dor de cabeça intensa, fraqueza, leucocitose, efusão conjuntival e meningite. Os níveis de anticorpos podem permanecer detectáveis durante anos.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 4 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
É uma doença febril aguda causada pela espiroqueta do gênero leptospira. A leptospirose humana pode apresentar-se nas formas ictéricas (10%) ou anictérica (90%). Na forma ictérica os sinais clínicos são: febre, conjuntivite, erupções cutâneas, diarréia, petéquias e meningite imune mediada. Na forma anictérica os sinais são: febre, mialgia, dor de cabeça intensa, fraqueza, leucocitose, efusão conjuntival e meningite. Os níveis de anticorpos podem permanecer detectáveis durante anos.

Sinonímia: Contagem global de glóbulos
brancos

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue com EDTA

Tubo: Roxo

Preparo do Paciente:

– Caso este exame seja colhido após uma dieta leve, não é necessário jejum. Se, contudo, o exame for feito depois do almoço ou do jantar, deve haver um intervalo de três horas entre a refeição e a coleta.
– O cliente não deve realizar o exame após grandes esforços físicos.
Interferentes: Leucoagregação, microcoágulos,
crioglobulinas, crioaglutininas, eritroblastemia, hemácias
fetais

Exames Relacionados: Contagem de plaquetas, leucograma,
hematológico

Sinonímia: Série branca, contagem diferencial de
brancos, contagem específica
Seção Técnica: Hematologia
Material: Sangue com EDTA
Tubo: Roxo
Preparo do Paciente:

– Caso este exame seja colhido após uma dieta leve, não é necessário jejum. Se, contudo, o exame for feito depois do almoço ou do jantar, deve haver um intervalo de três horas entre a refeição e a coleta.
– O cliente não deve realizar o exame após grandes esforços físicos.

Interferentes: Microcoágulos, agregação
leucocitária, crioglobulinas, crioaglutininas,
eritroblastemia, hemácias contendo hemoglobina tipo fetal
Exames Relacionados: Hemograma, contagem global de brancos

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 2 dia útil
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
A lipoproteína(a) (LPA) consiste em dois componentes, a Low Density Lipoprotein (LDL) e uma glicoproteína, a apolipoproteína(a) [Apo(a)], ligadas entre si por uma ponte dissulfito. A concentração individual de LPA no sangue depende, em larga escala, de fatores genéticos. As concentrações elevadas de LPA constituem um fator de risco para as afecções coronárias cardíacas. A determinação de LPA pode auxiliar nos cuidados a ter com os indivíduos com história familiar de afecções coronárias cardíacas ou doença existente. Valores aumentados são fatores de risco para: infarto do miocárdio, doenças vasculares prematuras, doença arterial cerebrovascular, infarto agudo do miocárdio em pacientes com histórico familiar de hipercolesterolemia. 

Sinonímia: Líquido cefalorraquiano, LCR

Seção Técnica: Líquor

Material: LCR, amostra recente. O
volume depende das análises a serem realizadas. O volume
mínimo para o exame básico é 5 mL. Volumes menores podem ser
utilizados, realizando-se somente testes selecionados

Tubo: Estéril

Preparo do Paciente: Jejum não necessário. Quando houver
testes simultâneos no sangue, consultar Seção correspondente.
Pacientes submetidos a punção lombar deverão permanecer em
repouso absoluto por 48h. Em geral, não há necessidade de
cuidados especiais após outros tipos de punção

Interferentes: –

Exames Relacionados: Cisternografia ( injeção de contraste
radioativo ); Quimioterapia intratecal ( aplicação de
quimiotegrápicos), Pesquisas imunológicas em geral ( pesquisa
de antígeno e anticorpos ) – de preferência com dosagem
sérica concomitante, principalmente para os anticorpos;
Marcadores tumorais ( estudo citomorfológico, enzimas,
proteínas embriônicas); Pesquisa e/ou culturas para vírus,
bactérias e fungos e provas de sensibilidade, pesquisa de
glicose no sangue.

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Resultado: 2 dia útil
Instruções de preparo
Jejum: Jejum obrigatório de 8 horas.

 

Instruções de coleta
Recomenda-se a coleta 12 horas após a administração do medicamento, ou a critério médico.
Interpretação
O lítio é utilizado no tratamento da doença bipolar (maníacodepressiva). As medições de lítio são utilizadas para monitorizar a terapêutica e o nível de conformidade do doente em relação à mesma, e para diagnosticar uma possível superdosagem, monitoramento dos níveis de lítio em pacientes medicados com carbonato de lítio (monitorização terapêutica do lítio).O Lítio na forma de carbonato de lítio é usado como agente psicoativo no tratamento de doenças depressivas. A terapia de lítio demanda uma monitorização diária dos seus níveis até que a dosagem seja apropriada. Baixos níveis de lítio no soro (quando em tratamento) estão associados a retenção do lítio e altas dosagens com a eliminação. A toxicidade do lítio ocorre quando os níveis sanguíneos se tornam superiores a 1,5mEq/L, podendo ser grave com níveis superiores a 2,0 mEq/L. Os sintomas de intoxicação por lítio incluem náuseas, vômitos, diarréia, sonolência, fraqueza, ataxia, visão borrada, poliuria, confusão estupor, convulsões, coma e apatia.

M

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA:  Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 4 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum aconselhável de 4 horas. Manter paciente em repouso 30 minutos antes da coleta.
Interpretação
A dosagem de macroprolactina sérica é atualmente um teste laboratorial amplamente disponível. As indicações da dosagem são cada vez mais amplas e incluem alterações menstruais, amenorréia, infertilidade, e galactorréia em mulheres, além de problemas relacionados à fertilidade e impotência no homem. Adicionalmente, a dosagem de prolactina sérica é fundamental no diagnóstico e seguimento de tumores hipotálamo-hipofisários. Mais do que isso, a dosagem passou a fazer parte da avaliação basal em qualquer circunstância clínica real, ou presuntiva, relacionada à função reprodutiva. A prolactina é um hormônio heterogêneo e, no que se refere ao seu tamanho molecular, encontra-se em circulação em três formas principais: monômero, dímero, e formas de alto peso molecular. A forma monomérica é a forma que normalmente predomina (> 90% das formas circulantes) no soro de indivíduos normais e de pacientes com diagnóstico clínico e anatômico de prolactinoma. O dímero é conhecido como big prolactina e a forma de alto peso molecular é usualmente conhecida como macroprolactina. Estas duas últimas encontram-se em circulação em praticamente todos os indivíduos, mas em concentrações pouco expressivas, em geral inferiores a 10% da prolactina total circulante. 

 

Sinonímia: Mg, magnesemia

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Resultado: 1 dia útil

Preparo do Paciente: Jejum aconselhável de 4 horas.

Interpretação
O magnésio é um fator essencial em diversas reações enzimáticas importantes, quer como parte integrante de uma metaloenzima quer como um ativador, e desempenha um papel importante na glicólise, respiração celular e transporte de cálcio transmembrana. O magnésio é regulado sobretudo pela velocidade da excreção renal de magnésio a qual, juntamente com o cálcio, está sujeita aos efeitos do hormônio da paratiróide. Assim, o aumento da reabsorção de cálcio conduz à inibição competitiva da absorção de magnésio.As medições de magnésio são utilizadas no diagnóstico e tratamento da hipomagnesemia (anormalmente baixa) e hipermagnesemia (anormalmente elevada). A manifestação mais bem definida da deficiência de magnésio consiste na diminuição da função neuromuscular; por exemplo, hiperirritabilidade, tetania, convulsões e alterações electrocardiográficas. A hipomagnesemia é observada em casos de diabetes, alcoolismo crônico, diurese forçada, hipertiroidismo, hipoparatiroidismo, hipocalcemia, má absorção e pancreatite aguda. Níveis elevados de magnésio no soro foram detectados em casos de insuficiência renal, desidratação, acidose diabética grave e doença de Addison. 

Exames Relacionados: Sódio, potássio, cálcio

Material: Soro

Tubo: Tubo trace (sem aditivo)

PRAZO: 4 dias úteis

Preparo do Paciente: jejum de 8h

Interpretação
O manganês é um metal de cor cinzenta, empregado na produção de ligas, baterias, vidros, tintas, borrachas, cerâmicas, ligas de solda, como preservativo para madeira e borracha, como fungicida. O manganês é amplamente encontrado na natureza. A inalação do metal pode provocar irritação, infecções do trato respiratório e pneumonite. Os fumos de óxido de manganês  pode levar ao quadro de “febre dos metais”. A monitoração do manganês no sangue e na urina auxilia a confirmação da exposição ao metal, mas não se correlaciona com exposição passada ou intoxicação crônica pelo metal.
MATERIAL: URINA INÍCIO DA JORNADA DE TRABALHO
MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril
PRAZO: 4 dias úteis
Instruções de coleta
Coletar urina do início do último dia da jornada de trabalho (recomenda-se evitar o primeiro dia de jornada da semana). Manter amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Interpretação
O manganês é um metal de cor cinzenta, empregado na produção de ligas, baterias, vidros, tintas, borrachas, cerâmicas, ligas de solda, como preservativo para madeira e borracha, como fungicida. O manganês é amplamente encontrado na natureza. A inalação do metal pode provocar irritação, infecções do trato respiratório e pneumonite. Os fumos de óxido de manganês  pode levar ao quadro de “febre dos metais”. A monitoração do manganês no sangue e na urina auxilia a confirmação da exposição ao metal, mas não se correlaciona com exposição passada ou intoxicação crônica pelo metal.
MATERIAL: URINA FINAL DA JORNADA DE TRABALHO
MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril
PRAZO: 4 dias úteis
Instruções de coleta
Coleta de Urina final da jornada de trabalho:
Coletar urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição (recomenda-se evitar a primeira jornada da semana).
Manter amostra refrigerada desde o momento da coleta.
Interpretação
O manganês é um metal de cor cinzenta, empregado na produção de ligas, baterias, vidros, tintas, borrachas, cerâmicas, ligas de solda, como preservativo para madeira e borracha, como fungicida. O manganês é amplamente encontrado na natureza. A inalação do metal pode provocar irritação, infecções do trato respiratório e pneumonite. Os fumos de óxido de manganês  pode levar ao quadro de “febre dos metais”. A monitoração do manganês no sangue e na urina auxilia a confirmação da exposição ao metal, mas não se correlaciona com exposição passada ou intoxicação crônica pelo metal.

– Material
– Esse exame pode ser realizado em diferentes materiais clínicos, tais como pele, pêlo, unhas, secreção genital, materiais do trato respiratório e urina, entre outros.

Sempre que possível, coletar amostras antes do início da terapia específica e, particularmente, para lesões cutâneas de pele e unhas, orientar o paciente para evitar uso de medicação tópica por aproximadamente uma semana antes da coleta de exames. Caso não possa suspender o tratamento, anotar na solicitação as medicações usadas nesse período.

Para micológico de unha, deverá estar sem o uso de esmalte (por 24 horas) ou base sobre a unha lesionada. Para micológico de couro cabeludo, deverá estar sem lavar a cabeça, para micológico de pele o paciente devera estar sem lavar o local com água e sabão e não ter passado nenhum tipo de cosméticos ou medicação no local.

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

MATERIAL: URINA
MEIO(S) DE COLETA
Frasco estéril

Produção do exame
PRAZO
3 dia útil
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
VOLUME MÍNIMO
5 mL
Instruções de preparo
Exercícios: Evitar exercícios físicos antes da coleta.
Instruções de coleta
Colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato de urina.
Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 6 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.
Instruções de rejeição
Amostras com tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
Instruções  adicionais
Data de revisão: 11/10/2018.
Interpretação
Microalbuminúria refere-se à detecção de pequenas quantidades de proteínas na urina, com o intuito de diagnosticar e avaliar a evolução de nefropatia diabética por ser um indicador precoce de lesão. A albumina é sintetizada exclusivamente no fígado e funciona como proteína de ligação e veículo de transporte de cálcio, ácidos graxos, bilirrubina, hormônios, vitaminas, microelementos e medicamentos. Em caso de insuficiência funcional da barreira de filtragem glomerular, a concentração de albumina aparece aumentada na urina, o que é um indicador de uma complicação renal ou vascular. Sua determinação é recomendada em casos de detecção precoce de nefropatia diabética, monitoração do diabetes gestacional, gravidez de risco e rastreamento de nefrosclerose hipertensiva. Resultados falso-positivos podem ocorrem em casos de hiperglicemia, exercício físico, infecções do trato urinário, hipertensão arterial sistêmica. 
MATERIAL: URINA 24 HORAS, RETIRAR FRASCO E INFORMAÇOES NO LAB22
MEIO(S) DE COLETA
Frasco estéril

Produção do exame
PRAZO
1 dia útil
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
MÉTODO
TURBIDIMETRIA

Instruções 
Instruções de preparo
Exercícios: Evitar exercícios físicos antes da coleta.

 

Instruções de coleta
Coletar a urina de 24 horas: RETIRAR FRASCO E INFORMAÇOES NO LAB22

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 10 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras com tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.

 

Instruções  adicionais

Data de revisão: 19/02/2019.

Interpretação
Microalbuminúria refere-se à detecção de pequenas quantidades de proteínas na urina, com o intuito de diagnosticar e avaliar a evolução de nefropatia diabética por ser um indicador precoce de lesão. A albumina é sintetizada exclusivamente no fígado e funciona como proteína de ligação e veículo de transporte de cálcio, ácidos graxos, bilirrubina, hormônios, vitaminas, microelementos e medicamentos. Em caso de insuficiência funcional da barreira de filtragem glomerular, a concentração de albumina aparece aumentada na urina, o que é um indicador de uma complicação renal ou vascular. Sua determinação é recomendada em casos de detecção precoce de nefropatia diabética, monitoração do diabetes gestacional, gravidez de risco e rastreamento de nefrosclerose hipertensiva. Resultados falso-positivos podem ocorrem em casos de hiperglicemia, exercício físico, infecções do trato urinário, hipertensão arterial sistêmica. 
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 3 dias úteis
Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
A mioglobina está presente no músculo cardíaco e esquelético, responsável pelo transporte de oxigênio dentro das células musculares, e funciona como reservatório de oxigênio. Quando aumentado, pode indicar um diagnóstico precoce de infarte do miocárdio, pois o aumento é evidenciado após 2 horas de sua ocorrência. Pode estar elevado também em casos de exercícios severos, convulsões, traumas, hipertermia, infecções virais, sepses, uso de esteroides, intoxicação medicamentosa, imobilização prolongada.
MONONUCLEOSE – Anticorpos heterófilos
Material:

Soro Manual

Sinônimo:

Sorologia para o vírus Epstein baar, Paul Bunnel

Volume:

2,0 mL

Método:

Aglutinação

Volume Lab:

2,0 mL

Resultado:

48h

Temperatura:Refrigerado
Estabilidade da amostra:
AmbienteHora0
RefrigeradoDia7
FreezerHora72
Coleta:Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas. – Encaminhar amostra sob refrigeração, de 2ºC a 8ºC.
Interpretação:Uso: diagnóstico da mononucleose infecciosa; pesquisa de anticorpos heterófilos. Os anticorpos heterófilos reagem com antígenos de superfície de eritrócitos de carneiro e cavalo, mas não com antígenos de células renais de cobaia. Estes anticorpos estão presentes em cerca de 90% dos pacientes com mononucleose infecciosa (MI), durante algum momento da evolução da doença. Os títulos de anticorpos heterófilos diminuem após a fase aguda da mononucleose infecciosa, podendo ser detectados até 9 meses após o início da doença. A presença de anticorpos heterófilos em crianças pode dar resultados falso negativos em até 40% dos casos (em adultos até 10%). Por esta razão o uso da pesquisa de anticorpos específicos passa a ser rotina no diagnóstico laboratorial de MI. A confirmação do diagnóstico é feita com a pesquisa de anticorpos específicos da classe IgM contra o antígeno do vírus capsídeo (VCA). Estes anticorpos são detectados 1 a 2 semanas após a infecção.

P

Sinonímia: Protoparasitológico, pesquisa de helmintos e
protozoários nas fezes

Seção Técnica: Parasitologia

Material: Fezes recém-emitidas
colocadas em 2 frascos: cerca de 20g no frasco simples e até
atingir o nível marcado no frasco contendo conservador

Preparo do Paciente: Se o paciente não estiver com fezes
líquidas ou pastosas, orientar para colher com laxantes não
oleoso. Não usar os seguintes medicamentos: antiácidos,
antidiarréicos, antiparasitários, antibióticos, bário
bismuto, magnésio e CaCO2
Interferentes: Coleta inadequada: urina,
água ( do vaso sanitário ), medicamentos

Exames Relacionados: Coprocultura, pesquisa de rotavírus,
anal swab

Sinonímia: Contagem de trombócitos

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue com EDTA

Tubo: Roxo

Preparo do Paciente: Jejum de 4h. Anotar todos os
medicamentos utilizados nos últimos 10 dias
Interferentes: Microcoágulos, agregados
plaquetários

Exames Relacionados: Hemograma, coagulograma, prova do
laço, retração do coágulo, TS, TSIvy, testes de agregação
plaquetária

Sinonímia: PRL

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4h

Quando solicitado prolactina necessita-se de um repouso, o tempo ideal é de 30 minutos ou conforme o pedido médico.

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 6:00 as 12:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  7:00 as 11:00

Interferentes: Lipemia

Sinonímia: PCR

Seção Técnica: Imunologia

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: jejum de 4h

Interferentes: Lipemia, hemólise

Exames Relacionados: ASLO, VHS, µ1-glicoproteína ácida,
haptoglobina

Sinonímia: PTF, Albumina/Globulina

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4h. Colher pela manhã
Interferentes: Lipemia, hemólise,
hiperbilirrubinemia

Exames Relacionados: Eletroforese de proteínas, albumina

Sinonímia: Albuminúria

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Urina de 24h, sem conservador

Tubo: Frasco de Agua

Preparo do Paciente: –

Interferentes: Contraste radiológico,
tolbutamida, penicilinas, cefalosporinas, sulfonamidas e,
Pyridium podem interferir. Gentanicias interfere com o método
utilizado ( Ponceau )

Exames Relacionados: Urina tipo I, eletroforese de
proteínas, pesquisa de proteínas de Bence-Jones, beta-2-
microglobulina urinária, microalbuminúria, proteína
transportadora de retino

Material: Soro

Orientações necessárias

I – Preparo
– Para realizar a dosagem, o cliente precisa atender às seguintes condições:
— não ter ejaculado nas últimas 48 horas;
— não ter feito exercício em bicicleta (ergométrica ou não) nos últimos dois dias;
— não ter andado de motocicleta nos últimos dois dias;
— não ter praticado equitação nos últimos dois dias;
— não ter usado supositório nos últimos três dias;
— não ter recebido sondagem uretral ou feito exame de toque retal nos últimos três dias;
— não ter feito cistoscopia nos últimos cinco dias;
— não ter realizado ultra-sonografia transretal nos últimos sete dias;
— não ter feito colonoscopia ou retossigmoidoscopia nos últimos 15 dias;
— não ter realizado estudo urodinâmico nos últimos 21 dias;
— não ter feito biópsia de próstata nos últimos 30 dias.

– Obs.: no caso de homens que tenham feito prostatectomia total (retirada total da próstata), o preparo não é necessário, com exceção do jejum de três horas.

Para todas as idades, jejum mínimo necessário de 3 horas.

O estudo coprológico das fezes visa o estudo das funções digestivas, abrangendo provas de digestibilidade macro, microscópica e exame químico, cujos resultados permitem estabelecer determinadas síndromes coprológicas. A principal função do trato alimentar é garantir ao organismo o suprimento de água, eletrólitos e nutrientes. O alimento deve ser conduzido ao longo do tubo digestivo a uma velocidade apropriada para que as funções digestivas e absortivas se realizem.

Instruções de Preparo
Medicação: Nos dias que precederem a coleta do material, não utilizar medicamentos como antiácidos, antiespasmódicos, laxantes, antiflatulentos ou enzimas digestivas, antiinflamatórios, corticóides, aspirina, compostos de ferro e vitamina C, sem orientação médica.
Instruções de Coleta
Para o exame funcional das fezes, o paciente deve submeter-se a regime alimentar apropriado, em que entrem hidratos de carbono, gorduras e proteínas.

Seguir rigorosamente a dieta preconizada.

Necessário enviar a evacuação total.

Dieta:

Para a realização do exame é necessário a restrição dos seguintes alimentos: bebidas gasosas, bebidas alcoólicas, purgativos ou laxantes, antiácidos, antiespasmódicos, antiflatulentos, enzimas digestivas.

Alimentos permitidos, desde que não haja restrição médica: leite com pequena quantidade de café, açúcar a vontade, pão, torradas, manteiga, queijo fresco, carne de gado mal passada, ovo quente.

Alimentos permitidos: arroz, feijão e massas, batatas ou purê de batatas e cenouras cozidas, sopa de macarrão com batatas e cenouras cozidas, ou sopa de aveia, maçã ou bananas cruas, verduras cruas, legumes, água a vontade.

Coleta:
No 4º (quarto) dia após o regime alimentar, colher uma evacuação completa como descrito a seguir: defecar em vasilhame limpo e seco, se necessário, urinar no vaso sanitário para evitar a contaminação do material. Usar laxativos somente quando houver orientação médica. Evitar o uso de antiácidos e de contraste oral (utilizado em exames radiológicos) no mínimo 72 horas antes da coleta das fezes ou conforme orientação médica.

Se o paciente sofrer de constipação intestinal talvez seja necessário prolongar os dias de regime para 5 ou 6 dias

Necessário enviar a evacuação total (Coleta) das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira.

Resultado: Em até 2 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

R

MATERIAL: URINA
MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril ( retirar em uma de nossas unidades do Laboratório 22 de Outubro )
– Esse exame é realizado em urina colhida de amostra unica ou conforme solicitação médica.
– Para mulheres, o ideal é não fazer a coleta durante a menstruação.
PRAZO: 2 dia útil
Instruções de coleta
Higienizar a região genital e colher, preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 04 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato.
Interpretação
A avaliação da relação proteína/creatinina reduz as alterações causadas pela variabilidade intrapessoal para diferentes amostras e pelos fatores de diluição urinária, como a desidratação e o uso de diuréticos durante o acompanhamento dos pacientes. A medida de proteínas totais na urina é importante para o diagnóstico e tratamento de doenças associadas ao funcionamento dos rins, coração e tireoide. Estas doenças são caracterizadas frequentemente por proteinúria, da qual se destacam quatro tipos principais: (a) permeabilidade glomerular acrescida (proteinúria glomerular) (b) reabsorção tubular deficiente (proteinúria tubular) (c) concentração acrescida de proteína de baixo peso molecular (proteinúria de sobrecarga ) (d) secreção anormal de proteína para o trato urinário (proteinúria pós-renal). Níveis acrescidos de proteína urinária podem surgir após exercícios intensos ou nas seguintes condições: gamopatias monoclonais, nefrite, nefropatia diabética ou infecções do trato urinário. 
MATERIAL: PLASMA CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com EDTA (roxo)
PRAZO: 3 dia útil
Instruções de preparo

Jejum aconselhável de 4 horas.
Exercícios: Evitar a realização de atividade física.
Medicação: Anti-hipertensivos e diuréticos, como os betabloqueadores e a espironolactona.

A coleta deve ser realizada preferencialmente entre as 7 e 10 horas da manhã.
– Coleta para teste em repouso: O paciente deve ficar cerca de 30 min na posição supina (deitado) ou conforme orientação médica.
– Coleta para teste postural: O paciente deve ficar pelo menos 30 min na posição ortostática (em pé) ou conforme orientação médica.

Interpretação
A renina é uma enzima proteolítica produzida quase exclusivamente pelos rins, no aparelho justaglomerular. É importante para os mecanismos de controle das trocas de sódio e transporte de água (básicos no complexo sistema de regulação do volume sanguíneo e da pressão arterial). A dosagem plasmática é importante no estudo da hipertensão arterial, diagnóstico de hiperaldosteronismo primário, secundário, diagnóstico dos tumores secretores de renina, avaliação de hipotensão arterial.
MATERIAL: SANGUE TOTAL
MEIO(S) DE COLETA: Tubo com EDTA (roxo)
PRAZO: 2 dia útil

Preparo do Paciente:

– Caso este exame seja colhido após uma dieta leve, não é necessário jejum. Se, contudo, o exame for feito depois do almoço ou do jantar, deve haver um intervalo de três horas entre a refeição e a coleta.
– O cliente não deve realizar o exame após grandes esforços físicos.

Interferentes: –

Exames Relacionados: Série vermelha, teste de coombs

Interpretação
Reticulócitos são células imaturas que perdem seu RNA aproximadamente um dia depois de deixarem a medula óssea para chegar ao sangue; sua contagem fornece estimativa da taxa de produção de eritrócitos. Uma contagem diminuída de reticulócitos indica uma medula hipoproliferativa. Uma contagem elevada de reticulócitos mostra uma recuperação medular após terapia para anemia ferropriva ou anemia perniciosa, também indica resposta medular as anemias hemolíticas e perda de sangue.
MATERIAL: FEZES
MEIO(S) DE COLETA: Frasco coletor sem conservantes, favor Retirar Laboratório 22 de Outubro
PRAZO: 1 dia útil
VOLUME MÍNIMO
3 gr

MÉTODO: IMUNOCROMATOGRAFIA
Instruções 
Instruções de preparo:
Medicação: O exame não deve ser realizado se o paciente fez o uso de laxantes (somente com orientação médica), antidiarreicos, antiácidos e contrastes radiológicos.

 Instruções de coleta

A amostra deve conter um mínimo de 2 g de fezes recém-emitidas, colocadas em frasco descartável, sem conservante. Necessário envio de fezes frescas recém eliminadas coletadas em frasco coletor limpo, seco e sem aditivos. Coletar frações de fezes em diferentes partes do bolo fecal.
Tanto para a pesquisa isolada de rotavírus quanto para a acompanhada de cultura de fezes, as amostras precisam ser entregues até duas horas após a coleta, se permanecerem em temperatura ambiente, 12 horas, se forem refrigeradas, ou até 24 horas de forem congeladas. O mesmo prazo se aplica a fezes obtidas de fralda e colocadas em frascos.
– O material se mantém estável por 12 horas sob refrigeração, ou até 24 horas se forem congeladas.

 

Instruções de rejeição
Rejeição ROTA:
Amostras não identificadas ou incorretamente coletadas, amostras com volume insuficiente, contaminadas com água e/ou urina, frascos inapropriados, com conservantes, amostras em meio de transporte e amostras inadequadamente transportadas, preservadas e fora do prazo de estabilidade poderão ser rejeitadas.

 

Interpretação
Os rotavírus são os agentes patogênicos mais importantes de uma gastroenterite não bacteriana nas crianças de 6 meses a 3 anos. Eles, porém, também são detectados em crianças mais velhas e em adultos como causadores de doenças. Em grupo de risco, ou seja, em crianças ou em pacientes idosos ou imunossuprimidos, eles podem levar à morte. As infecções com rotavírus causam diarreia grave, frequentemente acompanhada de febre e vômito e ocorrem com frequência nos meses de inverno. As crianças hospitalizadas com enterites agudas, até 50 % das amostras examinadas são rotavírus positivas. Os rotavírus transmitidos por via oral e anal são expelidos em grandes quantidades no intestino, de modo que as infecções nosocomiais causados por rotavírus são muito temidas nos recém-nascidos e nas crianças pequenas e o seu tratamento é difícil. Portanto, uma detecção prévia e segura para o reconhecimento do rotavírus e para evitar outras infecções também é muito importante.
MATERIAL
SORO
MEIO(S) DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 2 dia útil
Instruções 
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

 

Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 14 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.

 

Interpretação
A Rubéola é uma infecção viral, normalmente de caráter benigno, sendo habitualmente assintomática ou oligosintomática tanto em crianças quanto em adultos. A sintomatologia em geral é leve, caracterizada por febre, mal-estar geral, erupção cutânea com três a cinco dias de duração. A transmissão ocorre através das vias respiratórias (pelas gotículas de Flugue), urina, líquido amniótico e placenta. Logo após o contágio com o vírus, ocorrerá um período de incubação de duas a três semanas antes do aparecimento dos sintomas. Entretanto, ao acometer gestantes pode levar a risco teratogênico grave, com a presença de sequelas irreversíveis ou mesmo óbito do feto, na chamada Síndrome da Rubéola Congênita.
Na tentativa de erradicar a doença, programas de vacinação no Brasil e no mundo são implementados ressaltando a importância da imunização da Rubéola em crianças e jovens, principalmente do sexo feminino.  A detecção correta de anticorpos IgM e IgG  é um instrumento essencial para o diagnóstico e o monitoramento da infecção aguda e para o estabelecimento do estado imunitário na doente. 
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 2 dia útil
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.
Instruções de rejeição
Interpretação
A Rubéola é uma infecção viral, normalmente de caráter benigno, sendo habitualmente assintomática ou oligosintomática tanto em crianças quanto em adultos. A sintomatologia em geral é leve, caracterizada por febre, mal-estar geral, erupção cutânea com três a cinco dias de duração. A transmissão ocorre através das vias respiratórias (pelas gotículas de Flugue), urina, líquido amniótico e placenta. Logo após o contágio com o vírus, ocorrerá um período de incubação de duas a três semanas antes do aparecimento dos sintomas. Entretanto, ao acometer gestantes pode levar a risco teratogênico grave, com a presença de sequelas irreversíveis ou mesmo óbito do feto, na chamada Síndrome da Rubéola Congênita.
Na tentativa de erradicar a doença, programas de vacinação no Brasil e no mundo são implementados ressaltando a importância da imunização da Rubéola em crianças e jovens, principalmente do sexo feminino.  A detecção correta de anticorpos IgM e IgG  é um instrumento essencial para o diagnóstico e o monitoramento da infecção aguda e para o estabelecimento do estado imunitário na doente. 

S

Seção Técnica: Parasitologia

Material: Fezes

Preparo do Paciente:

Fazer dieta prévia 3 dias antes e no dia da coleta das fezes, com exclusão da carne vermelha e alimentos que contenham alta atividade de peroxidase ( rabanete, nabo,couve-flor, brócolis, cenoura, beterraba e feijão ). Não usar medicamentos irritantes da mucosa gástrica (antinflamatórios, corticóides, aspirina ), ferro e vitamina C. Evitar sangramento gengival ao escovar os dentes, fio dental e palito.

– A amostra não deve ser contaminada com urina.

– O material não pode ser colhido do vaso sanitário.

– Para crianças que usam fralda ou que estão com diarréia, a amostra pode ser obtida por meio de saquinho do tipo “coletor de urina” e entregue nesse mesmo invólucro.

– A amostra não pode ser colhida durante o período menstrual ou quando houver sangramento de hemorróidas.
– Em caso de uso de contraste radiológico por via oral, é necessário aguardar 72 horas para a coleta.

– Colher uma alíquota do material de uma evacuação

Condições para entrega do material, no Laboratório 22 de Outubro
– O material precisa ser entregue até 12 horas após a coleta se for mantido refrigerado (2-8 ºC).
– A amostra não pode ser congelada.

Interferentes: Dieta inadequada, uso de medicamentos

Resultado: Em até 1 a 3 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto, para ser atendido.

Interpretação
O sangramento retal pode ter várias causas, desde lesões simples e benignas, como as hemorroidas, até hemorragias digestivas do estômago e câncer do cólon. As características do sangramento retal nos permite ter uma ideia da origem do mesmo. Por exemplo, fezes bem negras, pastosas e com odor muito forte indicam a presença de sangue digerido, sugerindo um sangramento mais alto, que tenha percorrido grande parte do trato digestivo. Este tipo de fezes com sangue digerido recebe o nome de melena e é característico de sangramentos do duodeno, estômago ou esôfago. Pequenas quantidades de sangue nas fezes ou sangramentos detectáveis somente após a limpeza do ânus com papel higiênico são as formas de sangramento retal mais comuns podendo ser: hemorroidas, fissuras anais, pólipos intestinais, úlceras retais, câncer retal ou anal ou endometriose intestinal. Quando a quantidade de sangue nas fezes é moderada a grande, ou quando há melenas, a origem do sangramento costuma ser mais interna, geralmente cólon ou estômago, sendo as causas mais comuns: úlcera gástrica, lesões do esôfago, doença diverticular do cólon, câncer do intestino, infecção intestinal, doença inflamatória intestinal, angiodisplasia entre outras. Diante de um resultado positivo obtido pela prova da peroxidase, é imprescindível confirmá-lo em outras amostras de fezes pelo método imunocromatográfico anticorpo anti-hemoglobina humana. 

SEROTONINA SÉRICA

MATERIAL: SORO CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou gel separador

PRAZO
4 dias úteis
MÉTODO
CROMATOGRAFIA LÍQUIDA – HPLC

Instruções 
Instruções de preparo
Jejum: Jejum obrigatório de 8 horas.
Bebida alcoólica: A abstinência é obrigatória nas 24 horas que antecedem o exame.
Dieta: Não ingerir nas 24 horas que antecedem o exame: café, chá, chocolate, mate, refrigerante, abacate, abacaxi, ameixa, banana, berinjela, picles, kiwi, manga, nozes, tomate e alimentos aromatizados com baunilha.
Medicação: De acordo com orientação médica, interromper o uso de inibidores da MAO (monoamina oxidase), lítio, imipramina, metildopa, paracetamol, morfina, naproxeno e reserpina.
Interpretação
A serotonina ou 5 Hidroxitriptamina (5HT) desempenha um importante papel no organismo, é uma molécula envolvida na comunicação entre os neurônios e possui diversas funções, entre elas, o controle de liberação de alguns hormônios e a regulação do ciclo cicardiano, do sono e do apetite. A serotonina é sintetizada a partir do aminoácido triptofano através do intermediário 5-hidroxitriptofano (5-HTP).
As principais doenças associadas a elevação nas concentrações de serotonina são os tumores neuroectodérmicos, particularmente os derivados das células enterocromafins, como o tumor carcinóide. Ligeiro aumento pode ser visto na síndrome de Dumping, obstrução intestinal aguda, fibrose cística e infarto agudo do miocárdio. Alguns teratomas ou cistos dermóides benignos podem conter serotonina. Níveis baixos podem ser observados na síndome de Down, fenilcetonúria não tratada e doença de Parkinson.
Atualmente, alguns fármacos estão sendo utilizados em diversas patologias, como a ansiedade, obesidade, depressão, enxaqueca e esquizofrenia, fazendo o controle da ação da serotonina como neurotransmissor. No entanto, apenas 1% da serotonina está contida no sistema nervoso central, o restante se encontra principalmente no sistema digestivo, nas células enterocromafins, a partir das quais a substância é liberada para a circulação, podendo ser catabolizada em ácido 5-hidroxiindolacético (5-HIAA), cuja dosagem é feita na urina, ou capturada pelas plaquetas. Em sua primeira passagem pelo fígado, 30% a 80% da serotonina é metabolizada 5-HIAA, que é excretado pelos rins, sendo assim a dosagem sérica pode ser útil quando a dosagem de 5-HIAA está normal ou limítrofe em pacientes com evidências clínicas de síndrome carcinóide.
Drogas como LSD e Ecstasy mimetizam alguns efeitos da serotonina em algumas células alvo.  
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 1 dia útil
Instruções de preparo
Jejum aconselhável de 4 horas.

Interferentes: Anticoagulantes que contenham
sódio ou cálcio

Exames Relacionados: Potássio, uréia, creatinina,
gasometria, cloro

Interpretação
O sódio tem importante função para a osmolalidade do plasma e excitabilidade neuromuscular. A concentração de sódio depende de diferentes fatores, como: ingestão e excreção de água e da capacidade renal de excretar o sódio. É importante na avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos. Valores baixos de sódio ocorrem em casos de baixa ingestão de sódio, vômitos, diarreia,aspiração, fístulas, sudorese, extensas lesões cutâneas exsudativas, queimaduras, obstrução intestinal, nefrite perdedora de sal, insuficiência renal aguda, D. de Addison, insuficiência supra-renal aguda, ICC, cirrose hepática, s. nefrótica, depleção de potássio, cetoacidose diabética, alcalose metabólica, estados hipoproteicos. Valores aumentados ocorrem em administração excessiva de salina hipertônica, hiperaldosteronismo primário, s. de Luetscher, desidratação, tumor cerebral, diabetes insípido nefrogênico, diabetes insípido central. 

MATERIAL URINA 24 HORAS

MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril
PRAZO: 1 dia útil
Instruções de preparo
Dieta: Dieta habitual.
– O exame é realizado em material de urina colhida durante 24 horas.
Instruções de coleta
Higienizar a região genital e coletar a urina de 24 horas: desprezar a primeira micção e coletar todas as urinas fechando o período de 24 horas. Armazenar tampado e refrigerado durante o intervalo de coleta.

– O cliente deve retirar, no laboratório, os frascos e instruções de coleta

– O material precisa ser entregue até 2 horas  após o término da coleta

– Para clientes do do sexo feminino, recomenda-se que o exame não seja feito durante a menstruação.

Interferentes:

Exames relacionados: Potássio urinário, depuração de creatinina.

Interpretação
O sódio tem importante função para a osmolalidade do plasma e excitabilidade neuromuscular. A concentração de sódio depende de diferentes fatores, como: ingestão e excreção de água e da capacidade renal de excretar o sódio. É importante na avaliação dos distúrbios hidroeletrolíticos. Valores baixos de sódio ocorrem em casos de baixa ingestão de sódio, vômitos, diarreia,aspiração, fístulas, sudorese, extensas lesões cutâneas exsudativas, queimaduras, obstrução intestinal, nefrite perdedora de sal, insuficiência renal aguda, D. de Addison, insuficiência supra-renal aguda, ICC, cirrose hepática, s. nefrótica, depleção de potássio, cetoacidose diabética, alcalose metabólica, estados hipoproteicos. Valores aumentados ocorrem em administração excessiva de salina hipertônica, hiperaldosteronismo primário, s. de Luetscher, desidratação, tumor cerebral, diabetes insípido nefrogênico, diabetes insípido central. 
MATERIAL
SORO
MEIO(S) DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Produção do exame
PRAZO
3 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
O IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 ou Somatomedina C) é um hormônio produzido principalmente pelo fígado, e estimulada pelo hormônio do crescimento humano (GH) e retardada pela má nutrição. O IGF-1 é utilizado no rastreio da deficiência e excesso de GH. Níveis baixos são encontrados em crianças com deficiência de GH com craniofaringioma e na síndrome de Laron. Embora níveis normais sugiram que não exista deficiência de GH, um valor baixo em uma criança com atraso no crescimento não constitui diagnóstico de hipopituitarismo. Níveis elevados estão associados na gavidez, em pacientes com acromegalia e em crianças com gigantismo. Contudo, deve-se ter cuidado ao interpretar os valores séricos do IGF-1 na puberdade, pois os níveis encontram-se normalmente aumentados, podendo estar 4 a 5 vezes superiores à concentração nos adultos. As taxas mais elevadas de produção ocorrem na puberdade e os níveis mais baixos ocorrem na infância e na velhice. O IGF-1 foi implicado como um possível agente neuroprotetor no combate aos efeitos adversos da esclerose lateral amiotrófica. 

Sinonímia: Pesquisa de lactose ou sacarose nas fazes

Seção Técnica: Parasitologia

Material: Fezes

Preparo do Paciente:

Interferentes: Fezes não-recentes: a fermentação
bacteriana pode causar falso resultado negativo.
Medicamentos: alguns antitérmicos, antibióticos e sulfas
podem dar falsa reação positiva

Exames Relacionados: pH fecal, testes de tolerância à
lactose, e à sacarose

A coleta deverá ser realizada a partir da 8ª semana de gestação.

Prazo:4 a 6 dias úteis
Realização:Segunda a sexta-feira
Meio(s) de coleta:2 Tubos PPT (perolado)

Durante a gestação, uma pequena quantidade de células fetais  podem atravessar a barreira placentária alcançando a corrente sanguínea da gestante. Baseado neste princípio, o teste de Sexagem fetal utiliza como material biológico amostra de sangue periférico materno para a determinação do gênero do feto. O teste não é recomendado para  fins de diagnóstico de síndromes ligadas ao cromossomos sexuais.  É um teste não-invasivo, possui índices de acerto superior a 99% quando coletado após a oitava semana de gestação. Por outro lado, em alguns casos o resultado pode ser inconclusivo. Isso pode ocorrer devido a limitações técnicas ou possíveis interferentes na amostra. Neste caso, será necessária uma nova coleta após o período de 15 dias para repetição do teste na nova amostra. Alguns medicamentos como anticoagulantes à base de heparina* podem inibir o teste, levando também a resultados inconclusivos.
*Jamais suspender o uso do medicamento sem consentimento do médico para a realização deste teste.
Resultados Reportáveis:
Sexo Feminino
Sexo Masculino
Inconclusivo: Não foi possível determinar o sexo fetal

PREPARO DA PACIENTE:

O material deverá ser coletado preferencialmente pela manhã.

Antes de colher cada amostra:

Não evacuar ou tomar banho, não fazer uso de pomada, talco ou qualquer medicação tópica na região perianal, antes da coleta.

A coleta consiste em esfregar a superfície adesiva de uma fita tipo “Durex” na região perianal e colá-la numa lâmina de vidro para microscópio

Como as fêmeas de Enterobius não põem ovos todas as noites, diante de resultados negativos, pode ser necessário coletar outras lâminas em dias diferentes, principalmente após intensificação do prurido anal, isto fica a critério médico.

Resultado: Em até 3 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

Coleta das 8:00 as 16:00 de Segunda-feira a Sexta-feira e aos Sábados das  8:00 as 10:00

T

Sinonímia: TC, tempo de Lee-White

Seção Técnica: Hematologia

Material: 1 tubos com 3 mL de sangue
total

Preparo do Paciente: Jejum não necessário. Anotar todos os
medicamentos utilizados nos últimos 10 dias
Interferentes: Anticoagulante usado in vivo ( heparina );
punção venosa difícil ou traumática

Exames Relacionados: TTPA, TRP, coagulograma, dosagem de
fatores

Sinonímia: TP, AP, controle de anticoagulantes orais,
atividade protrombínica

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue em citrato de sódio.

Tubo: Azul

Preparo do Paciente: Jejum de 4h. Somente em casos
especiais, colher sem jejum.  O cliente precisa informar todos os medicamentos tomados nos últimos sete dias, especialmente anticoagulantes orais (Coumadin, Dindevan, Eumidine, Marcoumar, Marevan, Neo-Sintron, Pindione, Previscan, Sintron, Tromexan)®, heparina, antibióticos, antiinflamatórios e ácido acetilsalicílico (Aspirina®, AAS®, Melhoral®, Bufferin®, etc.).
– Usuários de anticoagulante oral devem procurar tomar o medicamento sempre no mesmo horário, fazendo o exame aproximadamente no horário das coletas anteriores.
Interferentes: Proporção incorreta entre anticoagulante e
sangue; vários medicamentos: salicitatos, fenilbutazona,
antibióticos de 2ª e 3ª geração etc; hemólise; coleta
traumática

Exames Relacionados: Coagulograma, TTPA, contagem de
plaquetas

Sinonímia: TS, tempo de sangria

Seção Técnica: Hematologia

Material: –

Preparo do Paciente: Jejum não necessário. Anotar todos os
medicamentos utilizados nos últimos 10 dias
Interferentes: Medicamentos que interferem na função
plaquetária, aspirina, anti-inflamatórios etc. e na cascata
da coagulação (anticoncepcional oral, estrógenos etc.)

Exames Relacionados: Coagulograma, contagem de plaquetas,
retração do coágulo

Sinonímia: TP, AP, controle de anticoagulantes orais,
atividade protrombínica

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue em citrato de sódio.

Tubo: Azul

Preparo do Paciente: Jejum de 4h. Somente em casos
especiais, colher sem jejum.  O cliente precisa informar todos os medicamentos tomados nos últimos sete dias, especialmente anticoagulantes orais (Coumadin, Dindevan, Eumidine, Marcoumar, Marevan, Neo-Sintron, Pindione, Previscan, Sintron, Tromexan)®, heparina, antibióticos, antiinflamatórios e ácido acetilsalicílico (Aspirina®, AAS®, Melhoral®, Bufferin®, etc.).

– Usuários de anticoagulante oral devem procurar tomar o medicamento sempre no mesmo horário, fazendo o exame aproximadamente no horário das coletas anteriores.
Interferentes: Proporção incorreta entre anticoagulante e
sangue; vários medicamentos: salicitatos, fenilbutazona,
antibióticos de 2ª e 3ª geração etc; hemólise; coleta
traumática

Exames Relacionados: Coagulograma, TTPA, contagem de
plaquetas

Sinonímia: Pregnosticon

Seção Técnica: Endocrinologia

Material: Urina

Preparo do Paciente: Jejum não necessário. Este exame pode ser realizado na primeira urina da manhã ou em outra amostra de urina isolada, colhida no laboratório.
– A cliente deve informar ao Laboratório o tempo de atraso menstrual.
– O resultado do teste é liberado até duas horas após a coleta.

Interferentes: Gorduras e detergentes ( no
frasco )

Exames Relacionados:  BHCG no soro

Sinonímia: Sorotipagem, ABO-Rh, grupo sangüíneo, tipagem
sangüínea

Seção Técnica: Hematologia

Material: Sangue com EDTA. Pode ser realizado
também em sangue sem anticoagulante; neste caso, usar as
hemácias livres do coágulo para a prova direta e o soro para
a reversa

Tubo: Roxo

Preparo do Paciente: Jejum não necessário

Interferentes: Transfusão recente com sangue
incompatível, crioaglutininas, anemias hemolíticas com Coombs
direto positivo

Exames Relacionados: Teste de Coombs, aglutininas anti-Rh

Sinonímia: TGP, SGPT, alanina amino-
transferase, ALT

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4h

Interferentes: Lipemia excessiva e hemólise

Exames Relacionados: TGO, fosfatase alcalina, gama-GT,
bilirrubinas

Sinonímia: TGO, SGOT, aspartato amino-
transferase, AST

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum de 4h

Interferentes: Lipemia excessiva e hemólise

Exames Relacionados: TGP, gama-GT, fosfatase alcalina,
bilirrubinas, CPK, DHL, aldolase

Sinonímia: Pesquisa de Protozoários

Seção Técnica: Microbiologia

Material: Urina 1º jato: volume de 10 a
20 mL. Secreção uretral, secreção vaginal. Outros materiais
especificados pelo clínico

Preparo do Paciente: Estar há 2h sem urinar

– O exame pode ser feito pela manhã, antes de o cliente urinar, ou, então, em outro horário, desde que o indivíduo fique pelo menos duas horas sem urinar antes da coleta.
– O material pode ser colhido no Laboratorio ou ser enviado, com a condição de que a coleta seja realizada de modo adequado, em frasco estéril, e de que a amostra seja entregue até três horas depois, no máximo.
– Para mulheres, o ideal é não fazer o exame durante a menstruação. Além disso, nas 48 horas anteriores à coleta, a cliente não deve usar creme e/ou óvulo vaginal nem realizar exame ginecológico com toque e/ ou ultra-sonografia transvaginal.

Interferentes: Medicação antiparasitária (
sistêmica ou tópica )
Exames Relacionados: Bacterioscópico, cultura para
tricomonas

Sinonímia: –

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente:

– O cliente deve estar com, pelo menos, cinco dias de dieta habitual para realizar este exame,

mas sem ingerir bebidas alcoólicas nas últimas 72 horas.

Jejum: Até 1 ano de idade, jejum mínimo necessário de 3 horas.
De 1 a 6 anos de idade, jejum mínimo necessário de 6 horas.
Acima de 6 de idade, jejum mínimo necessário de 12 horas

Interferentes: Anticoncepcionais orais,
ingestão de álcool

Exames Relacionados: Glicemia, colesterol, lipidograma

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente:

  1. Orientações necessárias para qualquer um destes exames– Este exame requer um jejum mínimo de três horas.
    – O cliente deve informar ao Laboratorio os medicamentos em uso nos últimos 30 dias, em especial hormônios tiroidianos, amiodarona e glicocorticóides.
    – Caso o indivíduo faça uso de hormônio tiroidiano (Euthyrox®, Puran T4®, Levoid® ou Synthroid®), a coleta tem de ser realizada antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento.

Interferentes: Lipemia

U

Sinonímia: Azotemia

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Soro

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: Jejum pelo menos de 4h

Interferentes: Hemólise e lipemia excessivas

Exames Relacionados: Creatinina, exame de urina

Sinonímia: –

Seção Técnica: Bioquímica

Material: Urina

Tubo: Seco

Preparo do Paciente: –

Interferentes: Exposição à luz e calor

Exames Relacionados: Bilirrubinas, TGO, TGP, gama-GT,
fosfatase alcalina

PROCEDIMENTO DE COLETA:

Para fazer o exame de urina de 24 horas, o indivíduo deve seguir os seguintes passos:

– Buscar o recipiente próprio do laboratório;

– No dia seguinte, logo de manhã, após acordar, urinar no vaso sanitário, desprezando a primeira urina do dia;

– Anotar a hora exata da micção que fez no vaso sanitário;

– Depois de ter urinado no vaso sanitário, coletar todas as urinas do dia e da noite no recipiente;

– A última urina a ser coletada no recipiente deve ser à mesma hora da urina do dia anterior que fez no vaso sanitário, com uma tolerância de 10 minutos.

– Por exemplo, se o indivíduo urinou às 8 horas do dia, a coleta de urina deve terminar exatamente às 8 horas do dia seguinte ou no mínimo às 7h50 e no máximo às 8h10.

– Enviar anotado o peso e altura do cliente.

Cuidados durante a coleta da urina

Durante a coleta de urina de 24 horas, é necessário ter certos cuidados como:

– Se for evacuar, não deverá urinar no vaso sanitário porque toda a urina deve ser colocada no recipiente;

– Se for tomar banho, não pode urinar no banho;

– Se sair de casa, tem que levar o recipiente junto ou não pode urinar até regressar a casa;

– Não pode fazer o exame de urina de 24 horas menstruada.

– Alimentação normal, a não ser em casos especiais, quando haverá instruções em separado.

– Anotar na solicitação a data e hora de início e data e hora do término da coleta.

– Entre as coletas de urina, o recipiente deve estar em um local fresco, de preferência refrigerado.

– Quando a coleta estiver terminada, o recipiente deve ser levado o mais rapidamente possível ao laboratório 22 de Outubro.

Coleta das 8:00 as 12:00 de Segunda-feira a Sexta-feira

Resultado: Em até 2 a 5 dias úteis (incluindo sábados) a partir das 9:30

OBS: Para todo atendimento, é obrigatório trazer documento com foto,  para ser atendido

Sinonímia: Urina tipo I, urinálise,
sumário de urina

MATERIAL: URINA

MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril ( retirar em uma de nossas unidades do Laboratório 22 de Outubro )

Resultado: 1 dia útil

Instruções de preparo

Medicação: O uso de medicamentos e contraste radiológico devem ser informados.

Instruções de coleta

Coletar preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 02 horas após a última micção.

Realizar higienização da região genital com água e sabão;
Iniciar a micção, desprezando o primeiro jato de urina no vaso sanitário;
Sem interromper a micção, coletar urina do jato médio;
Desprezar o restante da urina no vaso sanitário;
Fechar o frasco de coleta; Colher em frasco limpo  e próprio para a coleta de urina.
Encaminhar o frasco para o laboratório mantendo-o em local fresco/refrigerado e ao abrigo da luz.

No caso de crianças que necessitem de saco coletor, o mesmo deve ser colocado após a adequada higienização, e se não ocorrer a micção em um prazo de 60 minutos, o saco coletor deverá ser trocado, até que ocorra espontânea micção.

Instruções de rejeição

Amostras com volume insuficiente, com conservantes, encaminhadas em ácido bórico, contaminadas com material fecal, água, pomadas e talco, cliente menstruada que não colheu material com tampão vaginal, amostras

V

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tuco seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Produção do exame
PRAZO
3 dias úteis
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
VOLUME MÍNIMO
2 mL

MÉTODO
QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções 
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

 

Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras fortemente hemolisadas +++. Amostras com tubo inadequado. Tubo vazado ou não identificado. Fora do prazo de estabilidade.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 01/11/2019.
Interpretação
O vírus varicela-zoster (VVZ) é um vírus pertencente à família Herpesviridae e é o agente causal da varicela e do herpes zoster.  A varicela é uma doença viral aguda, muito contagiosa, caracterizada por exantema papulovesicular difuso, muitas vezes acompanhado por hipertermia. Após a infecção primária, o vírus da Varicella Zoster permanece em estado latente nos gânglios nervosos e, após a reativação, pode causar o herpes zoster, uma doença que acomete sobretudo as pessoas idosas e os indivíduos imunocomprometidos, caracterizada por dor aguda radicular nevrálgica bem localizada e erupção unilateral de lesões vesiculares. Os anticorpos IgM antivírus da Varicela Zoster podem ser detectados durante a infecção primária e a reativada. A determinação do estado imunitário do doente em relação ao vírus da Varicella Zoster pode representar um auxílio no acompanhamento de doentes imunocomprometidos e para a administração de medicamentos antivirais. 
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Produção do exame
PRAZO
1 dia útil
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
VOLUME MÍNIMO
2 mL

MÉTODO
FLOCULAÇÃO
Instruções 
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

 

Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 72 horas refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras hemolisadas, lipêmicas, inativadas pelo calor, contaminadas, insuficientes e fora do prazo de estabilidade poderão ser rejeitadas.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 28/12/2019.
Interpretação
A sífilis é uma doença infecciosa humana produzida por uma espiroqueta, o Treponema pallidum. Clinicamente, após um período de incubação que varia de 10 a 90 dias, pois é inversamente relacionado com a quantidade do inoculado, ocorre, em 85% dos pacientes, o surgimento de um cancro, que é uma lesão solitária e indolor, caracterizando a sífilis primária. Aproximadamente 4 a 10 semanas após o aparecimento do cancro, surgem frequentemente sintomas como perda de peso, cefaléia, anorexia, mialgia, artralgia, mal-estar, febre baixa, linfadenopatia generalizada e exantema (presente em 75 a 100% dos casos), o que caracteriza a sífilis secundária. Podem ocorrer também neste estágio manifestações de comprometimento do sistema nervoso central. Após as manifestações primárias ou secundárias, ocorre o período conhecido como sífilis latente, caracterizado por testes sorológicos positivos e ausência de achados clínicos.  O VDRL  é um teste de floculação, não-treponêmico, para diagnóstico da sífilis, através da pesquisa de anticorpos (reaginas) no soro.  Leia menos

Exames Relacionados: Sorologia para sífilis, FTAbs.

MATERIAL: SANGUE TOTAL
MEIO(S) DE COLETA
Tubo com EDTA (roxo)
PRAZO
1 dia útil
VOLUME MÍNIMO
4 mL
MÉTODO:  WESTERGREN
Instruções de preparo: Jejum não obrigatório 

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 4 horas refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras hemolisadas, lipêmicas ou com presença de coágulos serão rejeitadas
Serão aceitas amostras da região da cidade Curitiba/PR, São Paulo/SP e Recife/PE. Amostras de outras regiões serão rejeitadas devido a estabilidade do material.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 21/06/2019.
Interpretação
O VHS tem sido empregado no diagnóstico de ampla variedade de condições clínicas, na avaliação da gravidade de doenças e como um índice geral de saúde quando seus valores estão dentro da faixa de normalidade. É um teste inespecífico no processo inflamatório, infeccioso ou neoplásico, servindo também para monitoramento de sua intensidade e, considerando-se as limitações, da resposta à terapêutica.
MATERIAL: SORO OU PLASMA CONGELADO E PROTEGIDO DA LUZ
MEIO(S) DE COLETA:

Soro: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo).
Plasma: Tubo com citrato (azul), Tubo com EDTA (roxo) ou Tubo com heparina (verde).

Transferir e enviar em tubo âmbar de 5 mL.

PRAZO: 4 dias úteis
Interpretação
Vitamina A é essencial para a visão e o crescimento. Ela pertence ao grupo de vitaminas lipossolúveis e pode ser encontrada em duas fontes, nos alimentos de origem animal está na forma de retinóides e nos de origem vegetal o nutriente está na forma de grupos de carotenoides, que inclui o betacaroteno.
O nível de vitamina A (retinol) no soro reflete a quantidade de vitamina A e caroteno ingeridos e absorvidos. Em crianças, a carência de vitamina A causa distúrbios de crescimento e esqueléticos, alterações da mucosa intestinal, xeroftalmia e maior propensão para infecções respiratórias. Em adultos, a deficiência de visão noturna é o sintoma mais comum. Por outro lado, o excesso de vitamina A pode ser tóxico, ocasionando hipertensão intracraniana, dores ósseas e descamação cutânea. O corpo humano não pode fabricar esta vitamina, portanto, toda a vitamina A de que necessitamos deve vir dos alimentos . Entre os alimentos de origem animal, as principais fontes são: leite humano, fígado, gema de ovo e leite. A provitamina A é encontrada em vegetais folhosos verdes (como espinafre e couve), vegetais amarelos (como abóbora e cenoura) e frutas amarelo-alaranjadas (como manga, caju, goiaba, mamão e caqui), além de óleos e frutas oleaginosas (buriti, pupunha, dendê e pequi) que são as mais ricas fontes de provitamina A. Um benefício das provitaminas é a conversão em vitamina A ativa e a ação como potentes antioxidantes .
Somos capazes de armazenar vitamina A no fígado, garantindo uma reserva, que será utilizada na medida em que houver necessidade.
MATERIAL: SANGUE TOTAL PROTEGIDO DA LUZ E CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo de EDTA
PRAZO: 6 dias úteis
Instruções de preparo
Bebida alcoólica: Não ingerir álcool 24 horas antes da coleta do material.

 

Instruções de coleta
Coleta VITB1:
O sangue deve ser coletado pela manhã em jejum e antes de qualquer medicação. A amostra deve ser extraída com garroteamento leve.
Assim que coletada, a amostra deve ser protegida da luz e armazenada em temperatura  de -20°C.
Interpretação
A vitamina B1 ou tiamina é uma vitamina hidrossolúvel essencial para o metabolismo dos hidratos de carbono através das suas funções coenzimáticas. Essas ativam as enzimas que controlam os processos bioquímicos entre os quais a decomposição da glicose em energia. A tiamina também desempenha papel na condução dos impulsos nervosos e no metabolismo aeróbico , age de forma essencial no sistema nervoso. A vitamina B1 é encontrada numa variedade de fontes animais e vegetais como carnes, vísceras (especialmente o fígado, coração e rins), gema de ovo e grãos integrais.  A deficiência deste nutriente no organismo pode levar à doença denominada beribéri, que afeta os sistemas nervoso e cardiovascular.Podem surgir tambem, insônia, nervosismo, irritação, fadiga, perda do apetite e da energia. Sua deficiência aparece também em casos de neoplasias, diabetes, diarréias prolongadas e alcoolismo. 
MATERIAL: SANGUE TOTAL PROTEGIDO DA LUZ E CONGELADO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo de EDTA
Produção do exame
PRAZO
6 dias úteis
REALIZAÇÃO
Segunda a sexta-feira
VOLUME MÍNIMO
2 mL

MÉTODO
CROMATOGRAFIA LÍQUIDA – HPLC

Instruções 
Instruções de preparo
Medicação: À critério do médico fazer a suspensão de suplementos vitamínicos nas 24 horas que antecedem a coleta de sangue para o exame.

 

Instruções de coleta
Coleta VITB6:
O sangue deve ser coletado pela manhã em jejum e antes de qualquer medicação. A amostra deve ser extraída com garroteamento leve.
Assim que coletada, a amostra deve ser protegida da luz e armazenada em temperatura  de -20°C.
Após a coleta, aliquotar o volume exigido para um tubo âmbar e congelar a amostra.
*Não recomendamos o envio de amostras envoltas com papel alumínio, pois durante o transporte pode haver o desprendimento e a amostra perder a viabilidade analítica, gerando recoleta.

 

Instruções de distribuição
Transportar protegido da luz e congelado (-20°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 2 semanas congelada a -20°C.

 

Instruções de rejeição
Amostra descongelada, desprotegida da luz, sem identificação, com volume insuficiente, em tubo inadequado, em recipiente aberto ou com contaminação evidente.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 28/11/2019.

Interpretação
A vitamina B6 é o termo empregado para designar compostos hidrossolúveis que incluem a Piridoxina, a Piridoxal e Piridoxamina, que apresentam qualitativamente a mesma atividade biológica, agindo como coenzima no metabolismo de proteínas, carboidratos, lipídeos e na síntese do heme. Dentre suas diversas funções, participa na interconversão de aminoácidos, na síntese de neurotransmissores, no metabolismo das proteínas, do ácido fólico e das vitaminas B2 e B12, na regulação da ação de hormônios esteróides, na liberação de glicose a partir do glicogênio, na trans sulfuração da homocisteína a cisteína, na respiração celular.
A vitamina B6 é encontrada predominantemente em alimentos vegetais e derivados de origem animal, como carnes, grãos integrais, vegetais, nozes, etc.
É absorvida no intestino delgado, mas diferentemente das outras do complexo não é totalmente excretada pelos rins, ficando retida, principalmente, nos músculos.
Sua deficiência é rara, no entanto, alguns medicamentos como a isoniazida, diminuem as concentrações plasmáticas da Vitamina B6. Pessoas com quadro de alcoolismo e gestantes com eclampsia ou pré-eclampsia podem apresentar deficiência de Vitamina B6.  
MATERIAL
SORO
MEIO(S) DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Produção do exame
PRAZO
1 dia útil
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
VOLUME MÍNIMO
1 mL
MÉTODO
QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções 
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

 

Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 72 horas refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras com qualquer grau de hemólise não serão dosadas.

 

Instruções  adicionais

Data de revisão: 08/03/2019.

Interpretação
A vitamina B12 ou cianocobalamina, é uma vitamina hidrossolúvel, sintetizada exclusivamente por microrganismos, encontrada em praticamente todos os tecidos animais e estocada primariamente no fígado na forma de adenosilcobalamina. A fonte natural de vitamina B12 na dieta humana restringe-se a alimentos de origem animal, especialmente leite, carne e ovos. A deficiência de vitamina B12 leva a transtornos hematológicos (anemia megaloblástica), neurológicos e cardiovasculares, principalmente, por interferir no metabolismo da homocisteína (Hcy) e nas reações de metilação do organismo. Baixos níveis séricos de B12 são encontrados na deficiência de ferro, gravidez avançada, vegetarianismo, gastrectomia, doença celíaca, uso de contraceptivos orais, competição de parasitas, deficiência pancreática, epilepsia e idade avançada. Distúrbios associados a níveis séricos elevados de B12 incluem insuficiência renal, doenças hepáticas e doenças mieloproliferativas.   
MATERIAL: SORO OU PLASMA CONGELADO E PROTEGIDO DA LUZ
MEIO(S) DE COLETA

Soro: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo).
Plasma: Tubo com citrato (azul), Tubo com EDTA (roxo) ou Tubo com heparina (verde).

Transferir e enviar em tubo âmbar de 5 mL.

PRAZO: 4 dias úteis
Instruções de preparo
Jejum: Jejum de 4 horas ou mais.

 

Instruções de coleta
Coleta Vitaminas:
A amostra pode ser soro ou plasma. O sangue é coletado pela manhã em jejum e antes de qualquer medicação. A amostra deve ser extraída com garroteamento leve e cuidado para prevenir a hemólise.
Interpretação
Este exame é útil no diagnóstico de deficiência de vitamina E, ou tocoferol. A vitamina E contribui para a manutenção das membranas celulares e dos sistemas vascular e nervoso. Seu mecanismo de ação não é completamente conhecido. Sabe-se, porém, que os tocoferóis funcionam como antioxidantes e protegem a integridade das biomembranas. Tanto a deficiência de vitamina A quanto a de vitamina E, decorrem de má nutrição ou má absorção intestinal, podendo causar:  Fraqueza muscular (astenia), perda de massa muscular (catabolismo), movimentos anormais dos olhos, problemas de visão (retinopatia), falta de coordenação motora (ataxia), imunidade debilitada, problemas de marcha, anemia. Em crianças, a carência de tocoferol pode causar neuropatias motoras e sensitivas, que são reversíveis. A suplementação com elevadas doses de vitamina E pode significativamente prejudicar a absorção de vitamina D e vitamina K. Alguns alimentos ricos em vitamina E são principalmente os de origem vegetal ricos em gordura, como as sementes de girassol, as avelãs e castanhas. Porém, alguns alimentos de origem animal, como salmão, bacalhau e ovo cozido também são ricos nesta vitamina. 
MATERIAL
SORO
MEIO(S) DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO
3 dias úteis
REALIZAÇÃO
Segunda a sexta-feira
VOLUME MÍNIMO
2 mL

MÉTODO
QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções 
Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 14 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição

Amostras fortemente hemolisadas (+++). Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 10/09/2018.

Interpretação
O termo vitamina D engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol). O metabólito 1,25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) é a forma ativa da vitamina D, apresentando meia vida de 4 a 6 horas. Juntamente com a calcitonina e o PTH, regulam o  metabolismo do cálcio. A sua carência é responsável por atraso na mineralização óssea (raquitismo e osteomalácia). Distúrbios da hidroxilação a nível renal levam à deficiência de calcitriol com valores de outro metabólito, o calcidiol (25-hidroxicolecalciferol), normais. Valores baixos de 1,25-hidroxicolecalciferol são encontrados na insuficiência renal e hipoparatireoidismo. Valores elevados de 1,25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez, sarcoidose e na intoxicação vitamínica.
MATERIAL
SORO
MEIO(S) DE COLETA
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
Produção do exame
PRAZO
3 dia útil
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
VOLUME MÍNIMO
2 mL
MÉTODO
QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções 
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

 

Instruções de coleta
Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra e acondicionar corretamente.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras fortemente hemolisadas serão rejeitadas.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 15/12/2017.
Interpretação
A Vitamina D é uma vitamina que promove a absorção de cálcio essencial para o desenvolvimento dos ossos e dentes. A Vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas. A deficiência da vitamina D pode precipitar e aumentar a osteoporose em adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças. A ação primordial da vitamina D é no trato digestivo, aumentando a absorção intestinal de cálcio e fósforo. Juntamente com o PTH, a vitamina D exerce papel fundamental na regulação das concentrações extracelulares de cálcio, além de fazer um feedback negativo na produção de PTH pela paratireoide. No osso, ela atua de forma permissiva na mineralização da matriz proteica óssea.
MATERIAL: SORO CONGELADO E PROTEGIDO DA LUZ
MEIO(S) DE COLETA: Tubo âmbar
PRAZO: 11 dias úteis
Instruções de preparo
Outros VITK:
Jejum obrigatório. Até 1 ano de idade, jejum mínimo necessário de 3 horas. De 1 a 5 anos de idade, jejum mínimo necessário de 6 horas. Acima de 5 de idade, jejum mínimo necessário de 12 horas. Não ingerir álcool 24 horas antes da coleta do material. E informar o uso de medicamentos.
Interpretação
Teste indicado para investigação de deficiência de vitamina K. Sendo uma vitamina lipossolúvel, sua absorção depende da emulsificação das gorduras no trato digestivo. Várias situações podem ser acompanhadas de deficiência de vitamina K, tais como má absorção intestinal de gorduras, bloqueio do fluxo biliar, vigência de antibioticoterapia e período neonatal.

W

MATERIAL:SORO

MEIO(S) DE COLETA:Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Resultado: 2 dia útil

Instruções de preparo: Jejum aconselhável de 4 horas.

Interpretação
O Fator Reumatoide é um dos marcadores mais úteis clínicos da artrite reumatoide no soro. Fator reumatoide é o termo utilizado para descrever uma variedade de anticorpos (IgM, IgG, IgA e IgE), que podem se ligar ao fragmento Fc de uma imunoglobulina G. São, portanto, uma anti-imunoglobulina. O Waaler Rose é um teste bastante sensível, o qual utiliza hemácias de carneiro revestidas com IgG de coelho purificada e estabilizada. Os Waaler Rose se encontram positivos em cerca de 70 a 80% dos pacientes com artrite reumatoide. Entretanto, não é específico para artrite uma vez que outras condições, como sífilis, LES, mononucleose, hepatites, entre outros podem acarretar resultados positivos, mas na grande maioria das vezes com títulos baixos. 

MATERIAL:SORO

MEIO(S) DE COLETA:Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Resultado: 2 dia útil

Instruções de preparo: Jejum aconselhável de 4 horas.

Interpretação
A febre tifóide é uma doença infecto-contagiosa causada pela bactéria Salmonella typhi e a febre paratifóide pelas Salmonellas paratyphi A, B e C. Esta doença é caracterizada por sintomas sistêmicos proeminentes manifestando-se como: febre, cefaléia, alterações gastrointestinais, esplenomegalia, erupções cutâneas, astenia e prostação. Na primeira semana de infecção por Salmonella o melhor meio de diagnóstico é a hemocultura, já na segunda e terceira semana a coprocultura se faz o meio mais eficiente no diagnóstico. Entre a quarta e quinta semanas a pesquisa de aglutininas é o mais eficaz. Através de suspensões homogêneas de bacilos tíficos e paratíficos A ou B colocadas in vitro em contato com o soro, diagnostica-se o agente específico causador da infecção. Empregam-se na reação de Widal, também os Antígenos O somático e H flagelar que lhe aumentam o valor diagnóstico. O soro dos doentes de febre tifóide contém anticorpos dirigidos contra os antígenos O e H de S. typhi ou de outras salmonelas envolvidas no processo infeccioso. 

X

MATERIAL : SANGUE TOTAL
MEIO(S) DE COLETA: Tubo EDTA rolha roxa
PRAZO: 15 dias úteis
Jejum 8 horas
Preencher FORMULARIO  antes de realizar o exame
Interpretação
A síndrome do X Frágil (SXF) é caracterizada por uma mutação em um gene no cromossomo X chamado FMR-1 (Fragile X Mental Retardation1), que apresenta em sua região reguladora, uma repetição de trinucleotídeos (CGG), cuja repetição está associada a uma variedade de desordens que podem afetar pacientes jovens e adultos.
O gene FMR-1 é responsável pela expressão da proteína FMRP (Fragile X Mental RetardationProtein), relacionada ao desenvolvimento e função normal do cérebro, cuja ausência está associada aos sintomas característicos da síndrome, como retardo mental, autismo, atraso no desenvolvimento, problemas de comportamento e, eventualmente, características físicas peculiares, dentre elas face alongada, orelhas grandes e em abano, mandíbula proeminente e macroorquidia.O teste utilizado baseia-se na metodologia de análise de fragmentos, que permite determinar o numero atual de repetições do ‘CGG’, presente no cromossomo X. De acordo com o número de repetições CGG, os alelos estão classificados em 4 tipos: alelo normal estável; intermediário, com a possibilidade ou não de transmissão da instabilidade para a sua descendência; pré-mutado, que são os clinicamente “normais”, possuem maior probabilidade de transmitir a expansão para sua descendência; e mutação completa, em que os indivíduos apresentam as características clínicas da desordem.  

Z

MATERIAL :SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 5 dias úteis
REALIZAÇÃO: Terça, quinta e sexta-feira
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 6 meses congelada a -20°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL :SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
PRAZO: 5 dias úteis
REALIZAÇÃO: Terça, quinta e sexta-feira
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 6 meses congelada a -20°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras em tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.
MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo trace (sem aditivo)
PRAZO: 5 dias úteis
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
Interpretação
O zinco sérico é um oligoelemento essencial, amplamente encontrado na natureza e o segundo metal mais abundante no organismo, após o ferro. A principal aplicação industrial é na galvanização de aço e outros metais. A dosagem deste metal não é um indicador patológico de intoxicação ou deficiência desse metal. Inclusive podem se apresentar em níveis séricos normais mesmo em quadros de intoxicação. Porém a deficiência de zinco no organismo pode estar associada a má absorção devido a algumas patologias instaladas no paciente.
MATERIAL: URINA INÍCIO DA JORNADA DE TRABALHO
MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril
Produção do exame
PRAZO
3 dia útil
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
VOLUME MÍNIMO
3 mL

MÉTODO
COLORIMÉTRICO

Instruções 
Instruções de coleta
Coletar a amostra na primeira hora da manhã antes do horário de trabalho.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras com tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 03/11/2019.

Interpretação
A dosagem de zinco na urina é útil na avaliação da toxicidade e da deficiência de zinco, em conjunto com os níveis séricos e eritrocitários. Valores aumentados ocorrem em períodos pós-operatórios, uso de nutrição parenteral, aumento do catabolismo, cirrose hepática, hepatite viral, alcoolismo, neoplasias. Valores diminuídos são encontrados em casos de deficiência de zinco.
MATERIAL: URINA FINAL DA JORNADA DE TRABALHO
MEIO(S) DE COLETA: Frasco estéril
Produção do exame
PRAZO
3 dia útil
REALIZAÇÃO
Segunda a sábado
VOLUME MÍNIMO
3 mL

MÉTODO
COLORIMÉTRICO

Instruções 
Instruções de coleta
Coletar a amostra na primeira hora da manhã antes do horário de trabalho.

 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

 

Instruções de rejeição
Amostras com tubo inadequado, tubo vazado, tubo não identificado ou fora do prazo de estabilidade.

 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 03/11/2019.

Interpretação
A dosagem de zinco na urina é útil na avaliação da toxicidade e da deficiência de zinco, em conjunto com os níveis séricos e eritrocitários. Valores aumentados ocorrem em períodos pós-operatórios, uso de nutrição parenteral, aumento do catabolismo, cirrose hepática, hepatite viral, alcoolismo, neoplasias. Valores diminuídos são encontrados em casos de deficiência de zinco.